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GEFM

Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) já libertou mais de 40 mil trabalhadores

No centro do combate à escravização da mão de obra no Brasil está o Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), ligado à Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ele é formado por auditores fiscais do trabalho – que coordenam as operações de campo –, policiais federais e procuradores do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Criado em 1995, o GEFM foi essencial para que a OIT reconhecesse o Brasil como referência na luta contra a exploração da mão de obra escrava.

No entanto, depois de quase 40 mil trabalhadores libertados em 16 anos de atuação, o GEFM tem hoje uma estrutura ainda pequena comparada ao tamanho do problema.

O MTE conta com cerca de 3 mil auditores para fiscalizar as relações de trabalho, no campo e na cidade, em todo o Brasil. Desse total, apenas 25 pessoas estão diretamente envolvidas com a ação das cinco equipes móveis que compõem o GEFM. Há também equipes como essas nas superintendências regionais do MTE nos estados onde historicamente é maior a incidência do trabalho escravo.

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