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O que não deve ser feito no tratamento de dependentes químicos

Se ainda há muito a aprender sobre como tratar o dependente químico, psiquiatras da Unifesp têm claro o que não funciona:

• Deixar de investigar e tratar todas as dependências além do crack ou cocaína.

• Excluir o tratamento psiquiátrico ao optar por terapias alternativas. Acupuntura, técnicas de relaxamento e medicina oriental podem melhorar a qualidade de vida, mas não tratam o vício.

• Propor a substituição do crack ou cocaína por maconha – além dos prejuízos causados pela maconha, isso manterá o dependente em contato com o ambiente das drogas.

• Dispensar o suporte de grupos ou comunidades como Narcóticos Anônimos e Alcoólicos Anônimos. Além de acompanhar o dependente, elas ainda têm custo zero.


Grupo Alcoólicos Anônimos Alvorada, de Brasília, se reúne toda semana como passo para evitar recaídas. Foto: Moreira Mariz

• Dispensar o uso de equipe multiprofissional, já que, em geral, um só profissional não consegue atender a todas as demandas do paciente, desde deixar de usar a droga até se reorganizar por completo.

• Deixar de levar em conta as recaídas, que podem acontecer várias vezes antes de uma recuperação definitiva. O tratamento e a prescrição de medicamentos não podem causar danos ainda maiores caso o dependente volte a usar a droga.

Comentários

AE esperaça em cristo

concordo plenamente com essas colocaçoes pois sem auxilio da medicina é impossivel uma recuperaçao perfeita,requer um tabalho em rede e com muita responsabilidade, porque cada um de nos técnicos temos a nossa parceria à concluir.

20/07/2012 16:08:31, ramona marques da silva martins

Tratamento e recuperação

O Modelo Minnesota de tratamento, que alia as terapias científicas aos modelos dos grupos de ajuda mútua (Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, Neuróticos Anônimos), têm-se mostrado eficazes no sentido de que, no final da internação, o indivíduo é motivado a frequentar esses grupos. Sabemos que a internação não é para o resto da vida, mas a frequencia aos grupos, sim. Na internação, chamamos de tratamento, nos grupos, de recuperação. Tratamento é temporário, mas a recuperação, é por toda a vida. O AA existe desde 1935 e foi a primeira instituição a fazer uma abordagem séria sobre o problema do alcoolismo. Estão mais preparados que muitos profissionais da saúde mental para entenderem o problema da adicção, já que conviveram com a doença e convivem com muitos doentes. Pena que são subvalorizados.

31/10/2012 09:07:03, Manoel Neto

dependentes quimicos

o brasil deveria investir mais nessa area dos dep.quim. apesar que os familiares muitas vezes não querem ajudar,éobrigação do governo tomar as prividencias sobre essas pessoas,que estão tendo um fimmuito triste,eu sou voluntario em uma fazenda de dependentes,escuto o depoimento dos dependentes quimicos. éuma coisa alarmante o depoimentos deles e os alcolatras,mas se compara com os drogados( ex-drogados)não soube me espresar.. vamos precionar o geverno para serem mais severos tomar as provodencias cabiveis com urgencia. obrigado pela atenão de voces.

28/01/2013 19:25:59, josé cordeiro de oliveira lima
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