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Estratégia da política de redução de danos inclui ações polêmicas

• fornecimento de preservativos, seringas, cachimbos descartáveis etc., para evitar a transmissão de doenças e as queimaduras na boca e mãos do dependente

• substituição da cocaína ou crack pela maconha, para evitar danos cerebrais mais graves (essa é uma opção muito criticada pelos médicos, que discordam da substituição de uma droga por outra)

• criação de locais monitorados para o consumo ou o fornecimento da droga pelo Estado, para evitar o contato do dependente com o traficante, reduzir a demanda, garantir que não sejam consumidas substâncias ainda mais tóxicas e retirar o caráter de proibição da droga, que serve como atrativo, especialmente para os mais jovens

Obs.: como o uso do crack é recente se comparado a outros entorpecentes, faltam dados para que os especialistas avaliem as vantagens da distribuição de cachimbos descartáveis ou outras medidas específicas.

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