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Centros de reabilitação de dependentes químicos

O sistema público de saúde completa a rede de atendimento aos dependentes químicos e deve oferecer serviços de saúde mental e leitos para internação. O Ministério da Saúde estabeleceu que “a internação deve ser de curta duração, em hospital geral da rede pública, com vistas à desintoxicação associada aos cuidados emergenciais das complicações orgânicas ou à presença de algum tipo de comorbidade desenvolvida com o uso”.


Enquanto estão no Caps AD de Santa Maria, no Distrito Federal, pacientes fabricam bijouterias como parte da terapia que busca a reabilitação. Foto: Lia de Paula

De acordo com o MS, os Caps devem “oferecer atendimento individual (medicamentos, psicoterapia, orientação etc.), em grupos (psicoterapia, atividade de suporte social), oficinas terapêuticas, visitas e atendimentos domiciliares, atendimento à família e atividades comunitárias para a integração do dependente químico na comunidade e sua inserção familiar e social”.

Para Doralice Alcântara, secretária de Assistência Social de Ponta Porã (MS), o tratamento ambulatorial nos Caps só funciona se as famílias dos dependentes químicos tiverem condições de recebê-los em casa e administrar a medicação. "Infelizmente, quando a doença da dependência química pelo crack se instala nas famílias, já não é mais suficiente o tratamento ambulatorial porque a pessoa vai para a rua".

Álcool e drogas

A política de saúde mental prevê ainda a criação, nos municípios com mais de 200 mil habitantes, de centros de reabilitação – os chamados Serviços Hospitalares de Referência para Álcool e Outras Drogas (Shrads) –, que deverão priorizar a redução de danos.
Ou seja, “o tratamento deve estar pautado na realidade de cada paciente, o que não quer dizer abstinência para todos os casos”, afirma o Ministério da Saúde em seu site.

Aos Shrads caberá o atendimento de emergência relacionado ao uso de álcool e outras drogas (síndrome de abstinência alcoólica, overdose etc) com o objetivo de reduzir as internações de alcoólatras e dependentes químicos em hospitais psiquiátricos.

Esses centros de reabilitação não estão regulamentados e o MS promete pagar valores maiores pelos procedimentos dos Shrads, que deverão ser oferecidos exclusivamente em hospitais gerais e com, no máximo, 14 leitos. Porém, o repasse de recursos para criação dos primeiros centros de reabilitação Shards ainda depende de regras para os convênios com os municípios, ainda não detalhadas pelo Ministério da Saúde.

Comentários

parabens!!!!

estou muito felix com esse trabalho que voc~es vem realizando,,tenho um caso em minha casa, busquei ajuda em varios lugares mas nem todos me deram segurança como esse..como faço pra ser atendida com meu filho,,desde já meus parabens!!!

29/12/2012 19:49:27, marta felix
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