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Plano Estratégico de Fronteiras: operações da Defesa para repressão a crimes


Tropas do Exército preparadas para participar da Operação Ágata, em 2011:  tráfico de drogas como alvo principal (Foto: Felipe Barra/Ministério da Defesa)

Para resolver alguns dos problemas de defesa que atingem as fronteiras brasileiras, a presidente da República, Dilma Rousseff, lançou, em junho passado, o Plano Estratégico de Fronteiras para prevenção e repressão a crimes em áreas de fronteira.

O plano prevê atuação integrada de municípios, órgãos federais e estaduais de segurança pública, da Receita Federal do Brasil e das Forças Armadas. As operações do Plano Estratégico de Fronteiras são executadas pelos ministérios da Justiça (Operação Sentinela) e da Defesa (Operação Ágata).

Em dezembro, foi apresentado um balanço dos primeiros cinco meses do Plano Estratégico de Fronteiras. Na avaliação do vice-presidente e coordenador do plano, Michel Temer, o resultado das operações de defesa é positivo. Segundo informação do Ministério da Justiça, só a apreensão de drogas aumentou 14 vezes em comparação com os primeiros cinco meses de 2011.

As operações do Plano Estratégico de Fronteiras acionaram 26 órgãos públicos federais e 12 ministérios. Às Forças Armadas, coube também oferecer apoio logístico de defesa às operações das polícias Federal e Rodoviária Federal.

Em 2011, foram realizadas três operações Ágata. A primeira, na fronteira com a Colômbia, e a segunda, com Uruguai, Argentina e Paraguai. Já a terceira atingiu as fronteiras do Brasil com o Peru, a Bolívia e parte do Paraguai.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, ressaltou que o Brasil informou os vizinhos sobre as operações. “Com isso, gerou-se um clima de transparência. A visão foi totalmente positiva em relação à ação do Brasil”, garantiu.

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