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"Não vejo na divergência ideológica, na diversidade partidária e no pluralismo doutrinário, senão virtudes para as quais se concebeu a democracia representativa"
( Marco Maciel )
Marco Maciel participou dos trabalhos da Constituinte como líder do seu partido no Senado e teve papel decisivo na discussão e aprovação do texto que permitiu a plenitude democrática do País, aprovando inúmeras emendas. Nas eleições de 1990, disputou a reeleição e voltou ao Senado, representando Pernambuco.
Em fevereiro de 1993, quando do plebiscito previsto na Constituição para a escolha entre monarquia e república, e entre os sistemas presidencialista e parlamentarista de governo, o PMDB, o PFL, o PDT e parte do PT formaram a Frente Republicana Presidencialista. Marco Maciel foi escolhido, pelos dirigentes partidários que a integravam, seu coordenador geral. O movimento foi amplamente vitorioso. Nada menos de 67 milhões de eleitores foram às urnas em abril daquele ano: 66% deles votaram pela manutenção da República e 55% pelo sistema presidencialista.