MUNICÍPIOS DE RONDÔNIA



Alta Floresta do Oeste

O município foi criado em 1986. Sua origem foi em conseqüência do avanço da frente migratória rumo ao Oeste em demanda ao Vale do Guaporé.
O pequeno núcleo populacional evoluiu rapidamente transformando-se em importante pólo agrícola e comercial exigindo uma organização político-administrativa, sendo atendida com a elevação da região a categoria de município.


Criação: 20/05/1986 – Lei nº 104
Distância: 541 Km da Capital
População: 28.629
Área: 7.067 km ²


Alto Alegre dos Parecis

Está localizado na região Sul de Rondônia, originando-se de um núcleo agropecuário na Chapada dos Parecis. Seus fundadores, entusiasmados com a beleza natural da região, deram-lhe esta denominação.

Criação: 22/06/1994 – Lei nº 570
Distância: 520 Km da Capital
População: 15.035
Área: 3.959 km²


Alto Paraíso

Originou-se do Núcleo Urbano de Apoio Rural Marechal Dutra, projeto de assentamento de colonos do Incra. O nome Alto Paraíso deve-se ao deslumbramento dos colonos ante a beleza da pujante floresta descortinada do topo de uma elevação de relevo do terreno, associando essa paisagem à idéia do que teria sido o éden relatadp pelo cristianismo nos primórdios da humanidade.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 375
Distância: 211 km da Capital
População: 15.993
Área: 2.652km²


Alvorada do Oeste

Alvorada do Oeste surgiu da interiorização dos colonos dos municípios de Ouro Preto do Oeste e Presidente Médici, expandindo-se na direção do Oeste em busca de terras agricultáveis, localizando se- na Chapada dos Parecis.

Criação: 20/05/1986 – Lei nº 103
Distância: 466 km da Capital
População: 19.586
Área: 3.029 Km ²


Ariquemes

O Vale do Jamari, onde está o município de Ariquemes, era conhecido desde o século XVIII pela abundância de cacaueiros nativos em suas florestas. No início do século XX, a Comissão de Linhas Telegráficas Mato Grosso/Amazonas, chefiada pelo tenente-coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, alcançou o rio Jamari e encontrou a sede do seringal Papagaios, de propriedade do coronel Borges do Carmo, nele instalando um posto telegráfico batizado de Ariquemes. O nome alude à nação indígena dos Ahopôvo, a qual os Urupás, seus inimigos, apelidavam de Arikemes. O nome da estação estendeu-se a toda localidade.
O crescimento ocorreu a partir de 1958 com a descoberta da cassiterita (minério de estanho) e da implantação dos Projetos Integrados de Colonização em 1970, atraindo colonos das regiões do Centro e Sul do País, que passaram a se dedicar à agricultura e à pecuária. Sua expansão levou o prefeito de Porto Velho, Antônio Carlos Cabral Carpintero, a determinar a mudança da sede do distrito, da antiga vila para outro local, onde iniciou a instalação de uma cidade planejada dividida em quatro setores - o institucional, o comercial, o industrial e residencial, surgindo assim a Nova Ariquemes.
Abriga o maior garimpo de cassiterita a céu aberto do mundo, denominado Garimpo Bom Futuro. O sistema viário conta com 1.500 km de estradas vicinais, a BR-364 que liga o Norte ao Sul do País e fará ligação com o Pacífico, a BR-421, que fará a ligação com a Bolívia e a RO-257 projetada para ligação com a Transamazônica.

Criação: 11/10/77 – Lei nº 6448
Distancia: 198 km da Capital
População: 85.031
Área: 4.427 KM ²


Buritis

É situado na região Sul do Estado, e surgiu de um núcleo agropecuário. Seu nome deriva da denominação de uma ave da fauna da região de Chupim.

Criação: 27/12/1995 – Lei nº 649
Distância:330 Km da Capital
População: 40.120
Área: 3.266 km ²


Cabixi

Seu nome é emprestado dos índios Cabixi, encontrados na região pelos bandeirantes paulistas no século XVII e pela Comissão Rondon em 1909. Foi desmembrado do município de Colorado do Oeste, em 1988, em razão da importância econômica e social alcançada.

Criação: 06/07/1988 – Lei nº 208
Distancia: 795 km da Capital
População: 7.436
Área: 1.314 km ²


Cacaulândia

Teve sua origem no Núcleo Urbano de Apoio Rural com essa denominação, integrante do projeto de assentamento Marechal Rondon. Situado em zona cacaueira, o núcleo desenvolveu-se rapidamente tendo por sustentação econômica a produção e comercialização de cacau.

Criação: 13/02/1992 – Lei n.º 374
Distância: 257 km da Capital
População: 5.450
Área: 1.962km


Cacoal

O nome Cacoal tem origem em decorrência da abundância de cacaueiros nas florestas da região, denominação dada por Anísio Serrão de Carvalho, guarda-fios da Comissão Rondon, que acatando as recomendações de seu chefe, o tenente-coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, ali se instalou em 1912, construindo uma casa e requerendo de Mato Grosso as terras adjacentes para sua posse.
Por este nome ficou conhecido o local pelos seringueiros que ali moravam e pelos garimpeiros de diamante que por ele passavam em direção aos Rios Comemoração de Floriano e Apidiá (Pimenta Bueno).

Criação: 11/10/1977 – Lei nº 6448
Distância: 477 km da Capital
População: 75.988
Área: 3.793 km ²


Campo Novo de Rondônia

Surgiu de um núcleo de garimpagem no qual foi construído um campo de pouso para pequenos aviões. O lugar passou a ter como referencial a nova pista de pouso - as pessoas apontavam o nome “Campo Novo” a quem necessitava endereçar correspondência.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 379
Distância: 306 km
População: 17.529
Área: 3.442 km²


Candeias do Jamari

Tem sua origem no local pertencente ao município de Alto Madeira, com sede em Santo Antônio, pelo Governo do Estado de Mato Grosso, um distrito policial criado pelo Ato n.º 2.213, de 14 de novembro de 1939. O insignificante lugarejo à margem direita do rio Candeias servia de ponto de estacionamento de quem se dirigia para os seringais do alto rio Candeias, bem como de depósito de borracha que desciam o rio, pois o lugarejo fica no ponto de cruzamento da rodovia mato Grosso-Amazona, facilitando o transporte de produção para Porto Velho ou para Cachoeira de Samuel, onde aportavam as gaiolas e as outras embarcações de menor porte vindos de Manaus, e para onde retornavam.
Somente no final da década de 70 foi que o Candeias começou a expandir o seu núcleo urbano, a agricultura, o comércio e o turismo que proporcionam as praias do Rio Candeias.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 363
Distância: 20 km da Capital
População: 16.700
Área: 6.844km ²


Castanheiras

Surgiu do Núcleo de Apoio Rural União da Vitória, integrante do Projeto de Colonização Rolim de Moura. Destacou-se pela agropecuária, com o nome Castanheiras escolhido pelo deputado estadual Amizael Silva, relator da Constituição de Rondônia. É que a região apresentava abundância da espécie florestal castanheira.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 366
Distância: 439 km da Capital
População: 4.110
Área: 893 km ²

Cerejeiras

O nome Cerejeiras é uma referência à rica espécie vegetal, de grande valor comercial, encontrada com abundâncias na origem do município.

Criação: 05/08/1983 – Decreto-lei nº 71
Distância: 799 km da Capital
População: 17.366
Área: 2.783 km ²


Chupinguaia


É município cujas terras foram desmembradas das áreas de Vilhena e Pimenta Bueno, localizado na região Sul de Rondônia. É uma região de conflito fundiário.
Criação: 27/12/1995 – Lei nº 643
Distância: 600 km da Capital
População: 6.477
Área: 5.127 km²


Colorado do Oeste

A cidade de Colorado do Oeste teve origem da sede do Projeto Integrado de Colonização Paulo Assis Ribeiro, piloto de helicóptero morto em acidente aéreo. O nome do município é em homenagem ao rio Colorado, no vale em que ficam as bases geográficas do projeto.
Assim como em outras regiões de Rondônia, este Projeto de Colonização tinha por finalidade assentar os migrantes que chegavam a Vilhena.
A sede administrativa do projeto transformou-se em pólo comercial com grande raio de influência e importância econômica, sendo o centro de comercialização e abastecimento das propriedades agropastoris de uma vasta área rural.

Criação: 16/06/1981 – Lei nº 6921
Distância: 755 km da Capital
População: 18.883
Área: 1.451km ²


Corumbiara

Originou do Núcleo Urbano de Apoio Rural Nova Esperança, integrante do Projeto de Colonização Paulo Assis Ribeiro. Também destacou-se na agropecuária. Sua denominação é devida ao rio de mesmo nome, afluente da margem direita do rio Guaporé.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 377
Distância: 847 Km da Capital
População: 9.569
Área: 3.060 km ²


Costa Marques

É região desmembrada do município de Guajará-Mirim, e sua base geográfica fica no Vale do Rio Guaporé.
A região limitada pelo município começou a ser ocupada a partir do fim do século XVII, intensificando-se no século XVIII, inicialmente nela se estabelecendo os espanhóis, que fundaram as missões de São Simão, na foz do rio Corumbiara, e de São Miguel, na foz desse rio, e de Santa Rosa, a uns 4 Km abaixo da atual cidade de Costa marques.
A denominação de Costa Marques à localidade foi dada pelo governador do Estado de Mato Grosso em homenagem a Joaquim Augusto da Costa Marques, sexto presidente desse Estado no período de 1911 à 1915. Ao ser elevado o distrito de Costa Marques a município manteve esta denominação.

Criação: 16/06/1981 – Lei nº 6921
Distância: 756 km da Capital
População: 11.349
Área: 12.722 km²


Cujubim

Originou-se de um núcleo agropecuário de cassiterita na área de influência de Ariquemes. O seu nome homenageia uma ave da fauna amazônica, muito comum nas selvas de Rondônia.

Criação: 22/06/1994 – Lei nº 568
Distância: 250 Km da Capital
População: 8.827
Área: 3.864 km²


Espigão do Oeste

Surgiu na década de 70, no Projeto de Colonização organizado pelos irmãos paulista Melhorança, que dividiram a área em lotes rurais distribuídos aos colonos por eles recrutados nas regiões Sul e Sudeste do País. A sede administrativa da empresa colonizadora denominava-se Itaporanga, passou posteriormente a chamar-se Espigão do Oeste, possível alusão ao avanço dos migrantes centro-sulista em direção da Amazônia Ocidental.
A população de Espigão do Oeste, núcleo pioneiro, afastado do eixo da BR-364, sofreu toda espécie de pressão, até violência policial, com o propósito de forçá-la a se retirar da região considerada reserva dos Índios Suruí. Resistiu mantendo-se em suas glebas, transformando-as em centros de produção agrícola e pecuária, e o incipiente aglomerado populacional se transformou em importante núcleo urbano.

Criação: 16/06/1981 – Lei nº 6921
Distância: 551 Km da Capital
População: 27.274
Área: 4.518 km ²



Governador Jorge Teixeira de Oliveira

O município origina-se do Núcleo Urbano de Apoio Rural Pedra Branca, integrante do Projeto de Colonização Padre Adolfo Rohl. O nome é uma homenagem ao primeiro governador de Rondônia, indicado pelo governo militar, coronel Jorge Teixeira de Oliveira, criador do Estado.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 373
Distância: 309 km da Capital
População: 18.002
Área: 5.067km ²


Guajará-Mirim

O nome Guajará-Mirim é de origem indígena, e significa Cachoeira (Guajará) Pequena (Mirim). Assim já era conhecido o município desde o século XVIII, um dos pontos de referência geográfica na rota Santa Maria Belém-do Pará/Vila Bela da Santíssima Trindade em Mato Grosso. No início do século XX tornou-se mais conhecido ao ser escolhido para o ponto terminal da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, obra concluída em 30 de abril de 1912 e inaugurada oficialmente em 1 de agosto deste mesmo ano.
No dia 12 de junho de 1928, o povoado de Guajará-Mirim era elevado à categoria de cidade, passando a ser a sede do município do mesmo nome, através da Lei n.º 991, do Governo do Estado do mato Grosso.
Em 1943 passou a constituir-se parte integrante do Território Federal do Guaporé (Rondônia), na condição de município, ostentando o nome original de Guajará-Mirim.

Criação: 12/07/1928 - Lei nº 991
Distância: 323 Km da Capital
População: 41.467
Área: 24.856²


Itapuã do Oeste

Surgiu de um povoado à margem da rodovia BR-364. Chamava-se Jamari até meados da década de 90, nome sugerido pelo ex-deputado constituinte Amizael Silva, uma referência ao Rio Jamari. Afluente da margem direita do Rio Madeira, ele atravessa todo o município, que passou a se denominar Itapoã do Oeste por meio da Lei nº 747, de 24 de outubro de 1997, no governo de Valdir Raupp de Matos, hoje senador da República.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 364
Distância: 108 Km da Capital
População: 8.413
Área: 4.081km ²


Jaru

A cidade de Jaru, situada no Vale do Rio Jaru, surgiu em torno de um dos postos telegráficos instalados em 1912 pela Comissão da Linha Telegráfica Estratégica Mato Grosso/Amazonas. Porém, o Vale do Rio Jaru era ocupado por seringueiros desde o século XIX, com a resistência da nação dos Jarus, que a tinham sob seu domínio, ocupando uma extensa área que se estendia desde o rio Jaru, afluente da margem esquerda do rio Ji-Paraná, até às margens do alto curso do rio Madeira. Em 1915 a Comissão Rondon procedeu a exploração de estudos do rio Jaru, mantendo o nome da localidade em homenagem aos povos indígenas da região.
A ocupação atual do Vale do Jaru ocorreu a partir de 1975, com a instalação do Projeto Integrado de Colonização "Padre Adolpho Rohl", pelo Incra, para assentamento de colonos das regiões Centro e Sul do País.

Criação: 16/06/1981 – Lei nº 6921
Distância: 288 Km da Capital
População: 55.840
Área: 2.944 km ²


Ji-Paraná

Localizado no Vale do Rio Ji-Paraná, o município fica na confluência deste rio com os Rios Urupá e Machado. A área hoje limitada pelo município começou a ser ocupada pelos nordestinos seringueiros a partir do século XIX, que enfrentaram os guerreiros Muras (Parintins), Urupás e Jarus, penetraram no Rio Ji-Paraná a partir de sua foz no Rio Madeira, em Calama, para explorar e produzir a borracha, alcançaram seus médio e alto curso, e estabeleceram-se em seringais.
Ji-Paraná significa “rio-machado”. Porque os índios encontravam no leito de corredeiras pedras pontiagudas, utilizadas com instrumentos de corte. A cidade já foi denominada sucessivamente Vila Urupá, Presidente Penna e Vila de Rondônia. Localiza-se na BR-364, na altura do quilômetro 365, região central do Estado.
É o segundo maior município de Rondônia, com localização que permite fluxo constante de visitantes, para negócios e a passeio.

Criação: 11/10/1977 – Lei nº 6448
Distância: 365 km da Capital
População: 112.439
Área: 6.897 Km ²


Machadinho do Oeste

A cidade de Machadinho surgiu de um dos projetos de colonização do Incra no município de Ariquemes, do qual foi desmembrado. Situava-se no Vale do Rio Ji-Paraná, com seu território atravessado de Sul para o Norte por este rio. Seu rápido crescimento populacional e desenvolvimento econômico exigiram sua autonomia política e administrativa. A área do Projeto Integrado de Colonização Machadinho foi elevada à categoria de município, e seu nome é homenagem ao rio Machadinho, afluente da margem esquerda do rio Ji-Paraná.

Criação: 11/05/1988 – Lei nº 198
Distância: 347 Km da Capital
População: 28.649
Área: 8.509 KM ²


Ministro Andreazza

O município surgiu do antigo Núcleo Urbano de Apoio Rural Nova Brasília, integrante do Projeto de Colonização Ji-Paraná, coordenado pelo Incra. Passou a se chamar ministro Mário Andreazza em reconhecimento ao ministro dos Transportes, que teve participação importante no processo de transformação do território de Rondônia em Estado.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 372
Distância: 480 Km da Capital
População: 11.241
Área: 798 km ²


Mirante da Serra

Tem origem no Núcleo Urbano de Apoio Rural Mirante da Serra, integrante do Projeto de Colonização Ouro Preto, coordenado pelo Incra. Seu nome é em homenagem à serra do Mirante, acidente do relevo de seu território.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 369
Distância: 388 Km da Capital
População: 14.000
Área: 1.192km ²


Monte Negro

É originado do Núcleo Urbano de Apoio Rural Boa Vista, integrante do Projeto de Colonização Marechal Dutra, coordenado pelo Incra. Seu nome é uma referencia ao acidente de relevo de seu território, conhecido por Monte Negro.

Criação: 13/02/2005 – Lei nº 378
Distância: 329 Km da Capital
População: 16.233
Área: 1.931 km ²


Nova Brasilândia do Oeste

Surgiu da expansão das frentes migratórias das regiões Centro e Sul do País, expandindo-se de Presidente Médici, no eixo da rodovia BR-364, na direção do oeste, rumo ao Vale do Guaporé. Seu nome é uma homenagem a Brasília, cidade planejada e interiorizada no Planalto Central Brasileiro da mesma forma que Nova Brasilândia, interiorizado na Chapada dos Parecis, implantado pela coragem e trabalho dos novos pioneiros, desbravadores da Amazônia Ocidental.

Criação: 01/06/1987 - Lei nº 157
Distancia: 537 km da Capital
População: 17.862
Área: 1.155 km ²


Nova Mamoré

Seu nome tem origem no fato circunstancial dos moradores de Vila Murtinho, por necessidade de fugir do isolamento a que foram relegados com a desativação da Ferrovia Madeira-Mamoré, procurarem local para ficar. Eles mudaram para local à margem da rodovia BR-425 (Guajará-Mirim/Abunã), denominando-o de Vila Nova, provavelmente em alusão à vida nova que iniciavam para ressurgir a antiga morada, abandonada em circunstâncias adversas.
O povoado expandiu-se rapidamente, tornando-se distrito do município de Guajará-Mirim, passando posteriormente à condição de município, mantendo o nome de Vila Nova acrescido de Mamoré, que indica a localização geográfica.

Criação: 06/07/1988 – Lei nº 207
Distância: 296 km da Capital
População: 19.496
Área: 10.072 km²


Nova União

Situado na região central do Estado, surgiu de um núcleo agropecuário, e sua denominação é uma alusão ao esforço de seus fundadores em torno de seu desenvolvimento.

Criação: 20/06/1994 - Lei n.º 566
Distância: 368 Km da Capital
População: 9.329
Área: 807 km ²


Novo Horizonte do Oeste

Origina-se do Núcleo Urbano de Apoio Rural Novo Horizonte, integrante do projeto de colonização Rolim de Moura. O pequeno núcleo teve rápido desenvolvimento sócio-econômico graças à dedicação ao trabalho na agricultura e pecuária, principalmente pelos pioneiros fundadores. O destaque alcançado como centro de alta produtividade na agropecuária foi fator decisivo para sua transformação em município.

Criação: 13/02/1992 – Lei n.º 365
Distância: 501 km da Capital
População: 12.819
Área: 843km ²


Ouro Preto do Oeste

Ouro Preto do Oeste teve origem no primeiro Projeto Integrado de Colonização, implantado em 1970, pelo Incra, para assentamento de colonos migrantes das regiões do Centro, Sudeste e Sul do País. Porém, desde o século XIX os seringueiros do rio Urupá extraiam borracha e colhiam castanha em suas florestas.
A sede do Projeto,i localizada à margem da BR-364, distante 40 Km da Vila de Rondônia, hoje cidade de Ji-Paraná, foi denominada Ouro Preto em homenagem à serra e seringal com esse nome, situados na área delimitada pelo Projeto de Colonização.
O núcleo inicial e suas adjacências desenvolveram-se rapidamente, aumentando a sua população, a produção agropastoril, o comércio e a indústria, atingindo expressiva importância social e econômica.

Criação: 16/07/1981 – Lei nº 6921
Distância: 333 km da Capital
População: 40.757
Área: 1.970 km ²


Parecis

Situado na região sul na Chapada dos Parecis, surgiu de um núcleo agropecuário. Seu nome é em homenagem à nação indígena com essa denominação.

Criação: 22/06/1994 – Lei nº 573
Distância: 622 km da Capital
População: 3.268
Área: 2.549 km ²


Pimenta Bueno

O município de Pimenta Bueno originou-se do aglomerado de barracas de seringueiros construídas em torno do posto telegráfico instalado em 1909 pelo tenente-coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, na confluência dos rios Comemoração de Floriano e Pimenta Bueno (este último, o Apidiá dos indígenas), ambos descobertos pelo sertanista, chefe da Comissão das Linhas Telegráficas Estratégicas Mato Grosso-Amazonas. O nome Pimenta Bueno foi dado ao rio em homenagem a José Antônio Pimenta Bueno, Visconde e Marquês de São Vicente.
Perdido na floresta, o povoado teve um surto de progresso na década de cinqüenta, quando ali os garimpeiros instalaram um arraial de apoio à garimpagem de diamante nos rios Comemoração, Pimenta Bueno e afluentes. Campo de pouso para pequenos aviões, escolas e casas comerciais foram construídas.
Com a construção da rodovia BR-364 experimentou rápido crescimento demográfico, econômico e urbano

Criação: 11/10/1977
Distância: 517 km da Capital
População: 31.466
Área: 6.241 km ²


Pimenteiras do Oeste

Situado na região sul do Estado, no Vale do Rio Guaporé, na margem deste rio, fronteira com a República da Bolívia. Por sua beleza natural transformou-se em um dos pólos turísticos do Estado. O local já era habitado desde o século XVII, primeiro pelos bandeirantes paulistas, depois pelos seringueiros no século XIX e segunda metade do século XX.

Criação: 27/12/1995 – Lei nº 645
Distância: 847 km da Capital
População: 2.617
Área: 6.015km ²


Porto Velho


Capital do Estado de Rondônia, Porto Velho foi criado oficialmente em 2 de outubro de 1914, surgindo do trabalho de desbravadores por volta de 1907, durante a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, uma epopéia amazônica que levou quase uma década para ser construída, em plena floresta, desafiando corredeiras do Madeira, rio que embeleza o município. O Madeira é o maior afluente da margem direita do Rio Amazonas.
Quando a empresa de Percival Farqhuar empreendeu as ações afinal vitoriosas de construção da EFMM, decidiu mudar o ponto inicial do empreendimento. A insalubridade do histórico sítio de Santo Antônio do Madeira, e as facilidades para atracação de navios 7 km abaixo, no mais saudável "porto velho dos militares", orientaram essa decisão. Daí nasceu Porto Velho.
" Porto velho dos militares" era uma referência ao abandonado acampamento da guarnição militar que ali acampara durante a Guerra do Paraguai (essa guarnição ali estivera como precaução do Governo Imperial contra uma temida invasão por parte da Bolívia, aparentemente favorável a Solano Lopes).

Criação: 02/10/1914 – Ato de Criação nº 757
População: 373.917
Área: 34.082 km ²


Presidente Médici

Os primeiros colonos chegaram à região na década de 60, instalaram-se em apenas quatro barracas no meio do lamaçal, dando-lhe o nome de "Trinta e Três", por encontrar-se a 33 KM de Ji-Paraná. O lugarejo crescia em número de habitantes e casas com a chegada de novos colonos que nele se estabeleciam, apesar da situação litigiosa.
Sua colonização é marcada pelo trabalho nos seringais, com origem no seringal São Pedro do Muqui, e mais tarde marcada pela presença da Comissão Rondon.
No primeiro semestre de 1972, sua população atingia mais de 800 habitantes e os ônibus que ligavam Cuiabá-MT a Porto Velho-RO faziam ponto de parada no local, agora com aspecto de vila e com dois nomes, Nova Jerusalém e Nova Canaã, ostentados em placas distintas colocadas pelos líderes de cada grupo de agricultores em frente de suas respectivas casas.
Ainda nesse ano, os colonos realizaram eleição para escolher um único nome para a localidade. Foram postos em votação os nomes supracitados e ainda os de Getúlio Vargas, Fátima do Norte, Cruzeiro do Sul e Presidente Médici, com escolha pelo último, uma homenagem ao então presidente da República Emílio Garrastazu Médici. Ele foi oficializado em 1973, ao ser o local elevado à categoria de sub-distrito pelo coronel do Exército Theodorico Gayva, na época governador de Rondônia.

Criação: 17/07/1981 – Lei nº 6921
Distância: 409 km da Capital
População: 25.473
Área: 1.758 km ²


Primavera de Rondônia

Situado na região Centro-Sul do Estado, originou-se de um núcleo agropecuário denominado por seus fundadores com o nome de Primavera.

Criação: 22/06/1994 – Lei nº 569
Distância: 622 Km da Capital
População: 3268
Área: 2.549 km ²

Rio Crespo

Importante pólo agrícola e pecuário, origina-se também da época de colonização do Estado de Rondônia, e seu nome é em referencia ao Rio Preto do Crespo. Surgiu do Núcleo Urbano de Apoio Rural Cafelândia, integrante do Projeto de Colonização Mal. Deodoro, coordenado pelo Incra.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 376
Distância: 200 Km da Capital
População: 3.501
Área: 1.718 km ²

Rolim de Moura

Rolim de Moura surge de assentamento implantado para atender colonos excedentes do Projeto Ji-Paraná. Seu nome é uma homenagem dada por Rondon ao primeiro governador da capitania de Mato Grosso, no período de 1748 a 1763, Visconde de Azambuja Dom Antônio Rolim de Moura Tavares.
Entre seus feitos destacam-se a construção de Vila Bela da Santíssima Trindade, sede da Capitania (1ª cidade artificial, planejada no Brasil); construção do Fortim de Conceição do Rio Guaporé, nas proximidades das atuais ruínas do Real Forte Príncipe da Beira; destruição da povoação espanhola de São Miguel, na margem esquerda do rio Guaporé e expulsão de sua guarnição militar para o interior da Bolívia, então Vice-Reino do Peru.

Criação: 05/08/1983 – Decreto-lei nº 71
Distância: 477 km da Capital
População: 49.522
Área: 1.458 km ²


Santa Luzia do Oeste

Surgiu da expansão de colonos de Rolim de Moura em direção ao Vale do Guaporé. O povoado teve rápido crescimento demográfico e econômico, transformando em importante centro de produção agrícola, sendo elevado à categoria de município em 1986.

Criação: 11/05/1986 - Lei nº 100
Distância: 496 km da Capital
População: 28.629
Área: 7.067 Km ²


São Felipe do Oeste

São Felipe do Oeste é situado na região Centro-Sul do Estado, originando-se de um núcleo agropecuário denominado por seus fundadores com o nome do santo de sua devoção. Foi desmembrado do município de Pimenta Bueno, e criado na gestão do governador Osvaldo Piana Filho.

Criação: 22/06/1994 – Lei nº 567
Distância: 600 Km da Capital
População: 7.234
Área: 542km ²


São Francisco do Guaporé

Está situado no Vale do Guaporé. Surgiu de um núcleo agropecuário. Seu nome foi dado por seus fundadores em homenagem ao santo de sua devoção.

Criação: 27/12/1995 – Lei nº 644
Distância: 850 km da Capital
População: 16.764
Área: 4.747 km ²

São Miguel do Guaporé

Surgiu do povoado assentado nas proximidades do rio São Miguel, formado por colonos provenientes dos municípios de Rolim de Moura e Presidente Médici.
O núcleo populacional desenvolveu-se rapidamente como pólo agrícola e pecuário, localizado na chapada dos Parecis, entre as áreas de influência da BR-364 e do Vale do Guaporé. Em razão do crescimento demográfico e econômico em 1988 foi elevado à categoria de município, desmembrando-se do município de Costa Marques. O nome São Miguel é alusivo ao rio mais importante do município.

Criação: 07/06/1988 – Lei nº 206
Distância: 531 Km da Capital
População: 30.082
Área: 8.008 km²


Seringueiras

Seu nome é uma homenagem à hevea brasiliense, nome científico da seringueira, árvore cuja exploração consolidou a posse da Amazônia e sua integração ao território nacional. É região rica em seringueiras, explorada desde o século XIX. Surgiu do Núcleo Urbano de Apoio Rural Bom Princípio.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 370
Distância: 581 km da Capital
População: 15.535
Área: 2.251km ²


Teixeiropólis

Criado pela Lei n.º 571, de 22 de junho de 1994, surgiu de um núcleo agropecuário situado na região central do Estado. O seu nome é uma homenagem ao Coronel Jorge Teixeira de Oliveira, primeiro Governador do Estado de Rondônia.

Criação: 22/06/1994 – Lei nº 571
Distância: 360 Km da Capital
População: 5.852
Área: 460 km ²


Theobroma

Theobroma é o nome científico do cacau, presente com riqueza na região cuja origem integra o Projeto de Colonização Padre Adolfo Rohl.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 371
Distância: 314 km da Capital
População: 13.840
Área: 2.197km ²


Urupá

O nome do município homenageia o Rio Urupá, importante afluente do Rio Ji-Paraná. Origina-se do Núcleo Urbano de Apoio Rural Urupá, integrante do Projeto de Colonização Ouro Preto, coordenado pelo Incra.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 368
Distância: 392 km da Capital
População: 17.322
Área: 832km ²


Vale do Anari

Criado pela Lei n.º 572, de 22 de junho de 1994, surgiu de um núcleo agropecuário. Fica situado na região Leste do Estado, o seu nome é em homenagem ao rio Anari, no vale do qual localiza-se o município.

Criação: 22/06/1994 – Lei nº 572
Distancia: 360 km da Capital
População: 10.471
Área: 3.135 km ²


Vale do Paraíso

Surgiu do Núcleo Urbano de Apoio Rural Vale do Paraíso, integrante do Projeto de Colonização Ouro Preto. Seu nome inspira-se no igarapé Paraíso, em cujo vale fica localizada a cidade-sede do município.

Criação: 13/02/1992 – Lei nº 367
Distância: 366 km da Capital
População: 10.354
Área: 965km ²


Vilhena

A área delimitada pelo município de Vilhena foi alcançada pelo tenente-coronel Cândido Mariano da Silva Rondon em 1909, comandando uma expedição de 42 pessoas. Estabeleceu acampamento na região para estudar seu ecossistema e seus habitantes indígenas.
Implantou uma estação telegráfica, às margens do rio Piraculino, por ele descoberto e denominado, distante uns 5 quilômetros da atual cidade de Vilhena. Os campos gerais ou Chapadão do Reino dos Parecis, como lhe denominava os bandeirantes, como Antônio Pires, Paz de Barro e outros que desde 1718 o examinaram na cata do ouro e prenderam índios, passou a ser conhecido por Vilhena, nome dado à estação telegráfica em homenagem a Álvaro Coutinho de Melo Vilhena, maranhense que em 1890 foi nomeado engenheiro-chefe da organização da Carta Telegráfica da República.
A estação telegráfica foi transferida em 12 de outubro de 1910 para novas instalações, hoje chamada "Casa de Rondon".
O pequeno povoado se formou a partir dos primeiros anos da década de 60, nas proximidades do igarapé Pires de Sá, em decorrência da construção da rodovia BR-29, atual BR-364 e de um campo de aviação com pista asfáltica, para receber o presidente da República Juscelino Kubitschek de Oliveira, quando veio à região inaugurar a rodovia Brasília-Acre, em 29 de setembro de 1960.
Em Vilhena, o campo de aviação construído pela empresa Camargo Correia, uma das empreiteiras responsáveis pelas obras da 364, tornou-se ponto de apoio aos aviões do Correio Aéreo Nacional, da Viação Aérea São Paulo/VASP e do Cruzeiro do Sul. Passou a sediar um destacamento da Força Aérea Brasileira e o governo do Território construiu na localidade um hospital.

Criação: 11/10/1977 – Lei nº 6448
Distância: 701 km da Capital
População: 63.947
Área: 11.519 km ²


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