ÚLTIMAS NOTÍCIAS

03/12/2008

Garibaldi diz a vereadores que trabalhará para que Demóstenes seja o relator da PEC 20/08
leia mais...

02/12/2008

GARIBALDI DIZ QUE SENADO É A CASA DO ENTENDIMENTO
leia mais...


Boletim Eletrônico
Cadastre-se  para receber o nosso boletim
Pesquisa avançada
Voltar Página Inicial E-mail


Programa da vida

O Programa do Leite é uma das ações de maior alcance social do Governo do

Rio Grande do Norte. Paralisado por alguns anos, o programa foi retomado e ampliado a partir de 1995 pela Administração Garibaldi filho, reaquecendo a produção leiteira do Estado e, principalmente, trazendo mais saúde para milhares de crianças.

Famílias Beneficiadas


O leite da saúde

Este é o grande objetivo do Programa do Leite: reduzir as carências nutricionais de famílias indigentes, priorizando as crianças, gestantes, nutrizes, desnutridos e deficientes. Para isso, começou a ser distribuído, em 1995, um litro de leite tipo “C” diariamente para 6 mil famílias. Hoje, 130 mil famílias são beneficiadas em todos os 167 municípios do Estado.

 

O programa é coordenado pela Secretaria de Estado de Ação Social-SEAS, executado em parceria com as Associações Comunitárias e fiscalizado por conselhos municipais. A meta a ser alcançada foi estabelecida pelos governos estadual e Federal, obedecendo à proporcionalidade da população indigente.

Os critérios de escolha das famílias são claros: recebem um litro de leite diariamente aquelas famílias com chefes desempregados ou renda mensal de até um salário mínimo.

O trabalho feito nos últimos sete anos trouxe bons frutos, qualificando o sucesso do Programa do Leite. O complemento alimentar de 130 mil famílias norte-rio-grandenses oferecido pelo Governo do Estado ajudou a reduzir a mortalidade naquele período de 77,50 crianças mortas a cada mil para 32,00.

 

O leite do progresso

A saúde não é apenas a boa notícia provocada pelo desenvolvimento do Programa do Leite. Ele estimulou o fortalecimento de uma cadeia econômica que levou progresso para o interior do estado. Em poucos anos, pequenos pecuaristas e usineiros fizeram do leite um produto que garantiu o emprego e a subsistência de muitas famílias.

Isso se deu graças ao investimento na área da produção leiteira. O Governo compra o leite dos produtores, que repassa o produto para as usinas de beneficiamento. Estas usinas são contratadas para pasteurizar, embalar e distribuir o leite do Programa. O resultado prático é que o número de usinas aumentou de 4 para 24 em sete anos.

Redução da Mortalidade
Infantil no Estado

 

Da mesma forma, a produção leiteira cresceu bastante. Em 1994 eram produzidos 90 mil litros diários de leite. Em 2001, a bacia leiteira do Rio Grande do Norte contava com uma produção diária de 550 mil litros, ultrapassando bacias tradicionais como as de Alagoas e Pernambuco. Em função disso, de 1994 para cá, a quantidade de empregos diretos subiu de 2 mil par a7, 214.

O crescimento da bacia leiteira tem hoje a sua sustentabilidade fortemente condicionada à manutenção do Programa do Leite e também à sua ampliação. A novidade é que o leite de cabra também passou a ser distribuído a partir de 1998, com uma participação inicial de mil litros diários. Em 2001, o leite de cabra participava com 10 mil litros.

Recursos Próprios Investidos no Programa do Leite

O leite que virou exemplo

O Programa do Leite é desenvolvido totalmente com recursos próprios do Governo do Rio Grande do Norte. É o único Estado do Nordeste que distribui leite com verba exclusiva. O investimento anual chega R$ 38,5 milhões. O sucesso do Programa fez com que muitos outros estados como Alagoas, Goiás, Paraíba, Pernambuco e Piauí adotassem um modelo de distribuição semelhante. Um modelo que tem garantido saúde e qualidade de vida para muitas famílias carentes. Este é o segredo do sucesso.