Programa da vida
O Programa do Leite é uma das ações de maior alcance social do Governo do
Rio Grande do Norte. Paralisado por alguns anos, o programa foi retomado e ampliado a partir de 1995 pela Administração Garibaldi filho, reaquecendo a produção leiteira do Estado e, principalmente, trazendo mais saúde para milhares de crianças.
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Famílias Beneficiadas
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O leite da saúde
Este é o grande objetivo do Programa do Leite: reduzir as carências nutricionais de famílias indigentes, priorizando as crianças, gestantes, nutrizes, desnutridos e deficientes. Para isso, começou a ser distribuído, em 1995, um litro de leite tipo “C” diariamente para 6 mil famílias. Hoje, 130 mil famílias são beneficiadas em todos os 167 municípios do Estado. |
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O programa é coordenado pela Secretaria de Estado de Ação Social-SEAS, executado em parceria com as Associações Comunitárias e fiscalizado por conselhos municipais. A meta a ser alcançada foi estabelecida pelos governos estadual e Federal, obedecendo à proporcionalidade da população indigente.
Os critérios de escolha das famílias são claros: recebem um litro de leite diariamente aquelas famílias com chefes desempregados ou renda mensal de até um salário mínimo.
O trabalho feito nos últimos sete anos trouxe bons frutos, qualificando o sucesso do Programa do Leite. O complemento alimentar de 130 mil famílias norte-rio-grandenses oferecido pelo Governo do Estado ajudou a reduzir a mortalidade naquele período de 77,50 crianças mortas a cada mil para 32,00. |
| O leite do progresso
A saúde não é apenas a boa notícia provocada pelo desenvolvimento do Programa do Leite. Ele estimulou o fortalecimento de uma cadeia econômica que levou progresso para o interior do estado. Em poucos anos, pequenos pecuaristas e usineiros fizeram do leite um produto que garantiu o emprego e a subsistência de muitas famílias.
Isso se deu graças ao investimento na área da produção leiteira. O Governo compra o leite dos produtores, que repassa o produto para as usinas de beneficiamento. Estas usinas são contratadas para pasteurizar, embalar e distribuir o leite do Programa. O resultado prático é que o número de usinas aumentou de 4 para 24 em sete anos.
Redução da Mortalidade Infantil no Estado 
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Da mesma forma, a produção leiteira cresceu bastante. Em 1994 eram produzidos 90 mil litros diários de leite. Em 2001, a bacia leiteira do Rio Grande do Norte contava com uma produção diária de 550 mil litros, ultrapassando bacias tradicionais como as de Alagoas e Pernambuco. Em função disso, de 1994 para cá, a quantidade de empregos diretos subiu de 2 mil par a7, 214.
O crescimento da bacia leiteira tem hoje a sua sustentabilidade fortemente condicionada à manutenção do Programa do Leite e também à sua ampliação. A novidade é que o leite de cabra também passou a ser distribuído a partir de 1998, com uma participação inicial de mil litros diários. Em 2001, o leite de cabra participava com 10 mil litros. |
Recursos Próprios Investidos no Programa do Leite
O leite que virou exemplo
O Programa do Leite é desenvolvido totalmente com recursos próprios do Governo do Rio Grande do Norte. É o único Estado do Nordeste que distribui leite com verba exclusiva. O investimento anual chega R$ 38,5 milhões. O sucesso do Programa fez com que muitos outros estados como Alagoas, Goiás, Paraíba, Pernambuco e Piauí adotassem um modelo de distribuição semelhante. Um modelo que tem garantido saúde e qualidade de vida para muitas famílias carentes. Este é o segredo do sucesso.
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