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Brasil: Amazonas - Xingú

Príncipe Adalberto da Prússia



Livro editado há 154 anos dá-nos um relato, não de um cientista, mas de um viajante curioso e perspicaz, escrito no estilo de um diário de bordo. Chegando ao Brasil em setembro de 1842, precisamente no Rio de Janeiro, desloca-se para as margens do Paraíba do Sul, e dirige-se em seguida, com sua expedição, para o Amazonas e Xingu. A floresta amazônica o deixou fortemente impressionado, e de tudo toma nota do que lhe parece bizarro e curioso. Relato sem a pretensão de pesquisa científica, é de leitura agradável e amena. 

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Brasil: Terra e Gente (1871)

Oscar Canstatt

O autor, que viera para o Brasil em 1868, aqui trabalhou na Comissão Imperial de Agricultura, e foi diretor de uma colônia alemã no sul do País. Sobre essa obra, escrevera seu tradutor, Eduardo de Lima Castro: "...publicado em 1877, como tantos outros livros de que é rica a literatura teuto-brasiliense desde a narrativa da viagem de Hans Staden em 1549, constitui preciosa fonte de informações para o estudo de nossa história e da nossa evolução político-econômico-social" no período pós-guerra do Paraguai. Embora encerre alguns preconceitos da época, traz dados estatísticos sobre nossa produção, indústria, comércio e navegação, além de outras informações relevantes.

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Dez Anos no Brasil

Carl Seidler

O autor, ex-oficial alemão a serviço de D. Pedro I, deita, neste livro, um olhar as vezes severo sobre do Brasil Império. O próprio autor escreve no prefácio que “O breve reinado de D. Pedro em Portugal; sua morte súbita; [...] a louca sofreguidão emigratória de meus patrícios ainda não atenuada; o interesse histórico universal do decênio e o interesse político do dia; tudo isso me solicitaram fortemente a relatar sem sonegação nem alteração, em palavras simples, tudo quanto exatamente observei durante dez anos de minha permanência no Brasil e a seu serviço...” Livro importante para aqueles que desejam conhecer o Brasil da época através do olhar crítico de um aventureiro alemão.

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O Rio de Janeiro como é

C. Schilichthorst

Obra rara e pouco conhecida, agora reeditada pelo Senado Federal, com tradução de Emmy Dodt e Gustavo Barroso, autor da apresentação. Trata-se, segundo Barroso, de "larga descrição da
vida social, política e militar do Rio de Janeiro e do Brasil, com um retrospecto dos acontecimentos ligados à Independência, no começo do século, de 1824 a 1826, feita com talento, cultura e bom gosto literário pelo ex-Tenente de Granadeiros Alemães do Exército Imperial".

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Reminiscências de Viagens e Permanência no Brasil

Danil P. Kidder

Missionário protestante de confissão metodista, chegou ao Brasil em 1837, juntamente com sua esposa, enviados pela American Bible Society. Aqui viveu até 1840. Esse livro, que compreende notícias históricas e geográficas do Império e de diversas províncias, constitui igualmente um relato sobre o modo de vida, as instituições, o meio ambiente, as figuras de brasileiros ilustres da política imperial.

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Segunda Viagem a São Paulo

Auguste de Saint-Hilaire

Saint-Hilaire, célebre botânico francês, realizou viagens ao Brasil de 1816 a 1822. Dessas viagens nos legou importantes relatos, todos feitos com o maior rigor científico. Afonso E. Taunay esreve que eles representam "valioso contingente de informes sobre a mais importante região brasileira a que se estende entre as duas maiores cidades do país." Ainda segundo Taunay, "o nosso público amante dos assuntos nacionais apreciará realmente este relato probo e elevado, saído da pena do grande viajante a cuja memória devem os brasileiros muitos motivos de verdadeira gratidão."
 
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Sua Majestade o Presidente do Brasil

Ernest Hambloch

Um estudo do Brasil constitucional (1889-1934) - obra marcada por aguda percepção por quem possuía o recuo necessário, escrita por Ernest Hambloch, cônsul inglês, jornalista e brasilianista das décadas de vinte e trinta deste século. Segundo o autor, trata-se de "uma tentativa de examinar alguns aspectos da operação do regime presidencial na sua influência direta sobre a vida social e econômica, com referência especial ao Brasil". Nesse livro, o autor constata que todas as cartas republicanas do continente americano concedem "licença de corso" (letters of marque) aos presidentes da República, transformando-os em verdadeiros imperadores.

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