O Prodasen nasceu com a precípua função de servir como instrumento para a modernização do Poder Legislativo. Nesses mais de 30 anos, sua missão não tem sido outra: criar sistemas informatizados que facilitem o trabalho do representante popular e contribuam para a democratização do Poder Legislativo. Isso exige do Prodasen constante atenção às inovações tecnológicas que possam atender às demandas do processo legislativo e de suas atividades de suporte.
Foi assim, já no seu nascedouro, em 1972, quando utilizou programa recém-divulgado no exterior como sistema operacional para seu mainframe e garantiu a automatização do cálculo do Orçamento da União.
Na década de 80, o Prodasen levou a informática aos gabinetes dos senadores e enfrentou outro grande desafio: dar suporte aos trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte. Para isso, elaborou sistema que permitiu a informatização de todo o processo constituinte: dos projetos das 24 subcomissões, das oito comissões, das três versões da Comissão de Sistematização e da versão final do Plenário.
Elaborou ainda um Banco de Sugestões dos Cidadãos, que recebeu, indexou e arquivou todas as propostas enviadas pela população. Assim, mais de 70 mil cidadãos puderam participar da Constituinte, apresentando sugestões. Essa experiência virou livro de pesquisador francês sobre a participação popular no processo constituinte.
No início da década de 90, registrou-se outro importante marco na história do Prodasen. Optou-se por uma profunda mudança de concepção na filosofia computacional da instituição: de uma arquitetura centralizada, evoluiu-se para um conceito de rede distribuída e fundamentada em microcomputadores. Hoje, são mais de quatro mil estações de trabalho em todo o Senado Federal.