Maria do Carmo lembra o combate ao câncer

27.11.2002

A Senadora Maria do Carmo apresentou um discurso, no plenário do Senado Federal, lembrando o Dia Nacional de Combate ao Câncer, que foi ontem, 27 de setembro. Ao fazer o registro, a parlamentar lembrou que, não apenas na Casa Legislativa, mas em todas as casas do país, a data deve ser destacada, pois o câncer é um dos males que ultrapassou as barreiras do século XX e, segue acompanhando a humanidade nesse começo de terceiro milênio.

Muitos avanços nas áreas de prevenção, diagnóstico e tratamento do Cancêr tem sido conseguidos, especialmente a partir da década de 90.No entanto, o câncer segue a ser uma grande incógnita em vários aspectos, sendo responsável por mais óbitos que, por exemplo, a AIDS. Maria do Carmo ressaltou a importância diagnóstico precoce e da prevenção como as melhores armas na luta contra o câncer.

A Senadora tem um trabalho público em relação a doença desde 1990, quando, como primeira-dama de Sergipe criou o Programa Pró-Mulher. O projeto de política social e de saúde visava a prevenção do câncer cérvico-uterino e mamário, priorizando a educação e a medicina preventiva. Procurava diagnosticar e tratar as lesões cercivais e da mama, prevenindo o câncer, bem como conscientizar a mulher de que a eficácia desse trabalho de prevenção depende de seu empenho em realizar os exames em caráter periódico e permanente.

Maria do Carmo, destacou, também o trabalho do INCA - Instituto Nacional de Combate ao Câncer, que tem realizado um excelente trabalho em várias frentes, especialmente no que diz respeito a prevenção a doença, ao diagnóstico precoce e a consolidação e expansão de serviços de assistência oncológica. Ressalvou, também, os mais de 8 milhões de exames preventivos, que são feitos em todo o país.

Ao finalizar seu pronunciamento, a Senadora disse que o caminho a ser percorrido para, ao menos, minimizar o sofrimento dos pacientes e de suas famílias ainda é longo. Mas que, a constante divulgação de campanhas do auto-exame, no caso do câncer de mama, e o estímulo para que o homem, acima dos 50 anos, procure fazer o exame a respeito do câncer de próstata, são imprescindíveis, pois apenas a informação e a atuação individual contra esse mal terão efeitos significativos a curto prazo.

Informações fornecidas pelo Gabinete da Senadora