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20/04/2011
Cidadãos defendem volta do ensino religioso para combater violência dos jovens. E crescem críticas ao senador Aécio Neves

Dois assuntos lideraram as mensagens enviadas pelos cidadãos ao Alô Senado no dia 19/4. De um lado, mais debates e sugestões em torno dos problemas de segurança pública do país, discussão fortemente influenciada pelo recente massacre de 12 crianças em escola municipal de Realengo, no Rio de Janeiro. De outro, críticas à recusa do senador Aécio Neves em submeter-se ao teste do bafômetro, durante abordagem em blitz no trânsito do Rio de Janeiro. Na questão da segurança, a central de relacionamento do Senado recebeu muitas reivindicações para a volta do ensino religioso nas escolas públicas, como um instrumento adicional para educar os jovens e reduzir o potencial de violência da sociedade.

No caso de Aécio, a resenha do Alô em pauta registrou o predomínio de críticas à atitude do senador mineiro. Os mais exaltados alegaram, inclusive, que ele deveria ser punido por uma postura que afetaria o decoro parlamentar. As manifestações contrárias ao PDS 109/2011, de autoria do senador José Sarney e que propõe novo plebiscito sobre a proibição do comércio de armas no país, continuaram a chegar, mas em volume menor. A central de relacionamento continuou a receber mensagens favoráveis à criação de projeto que promova a unificação das polícias civil e militar e lamentando o arquivamento, pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, do PDS 2/2002, que propunha a realização de um plebiscito sobre o assunto.

Muitas pessoas também entraram em contato com o Alô Senado para pedir a criação de projeto de lei que inclua pessoas com visão monocular e audição unilateral na categoria de deficientes físicos. Sobre a questão, algumas delas lamentaram, ainda, que o PLC 20/2008, aprovado pelo Senado e pela Câmara dos Deputados, tenha sido integralmente vetado pelo Executivo. Os projetos mais apoiados, entre as manifestações recebidas ontem, foram o PLS 480/2007, que obriga a matrícula em escolas públicas de dependentes de agentes públicos eleitos (parlamentares e governantes) e o PLS 250/2005, que fixa critérios e requisitos diferenciados para a concessão de aposentadoria aos servidores públicos portadores de deficiências.

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