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13/02/2012
Opiniões da ministra da Secretaria de Políticas Especiais para Mulheres são alvo de críticas, no Alô Senado. Cidadãos acreditam que greve de policiais poderia ser evitada com a PEC 300/2008

A posição da ministra da Secretaria de Políticas Especiais para Mulheres, em relação à interrupção voluntária da gravidez, continuou a repercutir fortemente no Alô Senado, na sexta-feira (10). Responsável por 64% das mensagens recebidas, o tema dividiu opiniões.

Parte dos que se manifestaram disseram temer que a ministra consiga legalizar o aborto. Outros se manifestaram contrários a qualquer iniciativa neste sentido por razões religiosas, afirmando ser errada a interrupção voluntária da gravidez.

O tema segurança pública também voltou a ser mencionado na Central de Relacionamento do Senado, com manifestações citando as greves da polícia militar da Bahia e do Rio de Janeiro. Os cidadãos alegam que se houvesse, de fato, interesse político em resolver o problema, a PEC 300/2008 já teria sido aprovada. A proposta equipara os salários das polícias do país ao salário da polícia do DF.

Muitos cidadãos afirmaram, também, que estão surpresos com a postura do Partido dos Trabalhadores em relação ao caso. Para estes, o partido já encabeçou lutas em prol de melhores condições de trabalho e hoje não consegue resolver o problema. Foram registradas, ainda, críticas ao comportamento do governador da Bahia, que teria tratado os policiais em greve como marginais.

Lembramos que as opiniões registradas pela Central de Relacionamento e pelas mídias sociais do Alô Senado, Twitter e Facebook, refletem a visão pessoal dos cidadãos que se manifestaram por intermédio destes canais de comunicação. Estas opiniões não podem, de forma alguma, ser extrapoladas para toda a população brasileira.

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