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17/08/2011
Em mensagens ao Alô Senado, cidadãos defendem aprovação do PLC 3/2010, que dispõe sobre julgamento colegiado para organizações criminosas

A morte da juíza Patrícia Acioli provocou manifestações de cidadãos no Alô Senado. O assassinato ocorreu na última quinta-feira (11) em Niterói/RJ. A magistrada vinha sendo ameaçada de morte, há alguns anos, por ser responsável pelo julgamento de diversos policiais envolvidos com corrupção em localidades do Rio de Janeiro. Nas mensagens encaminhadas, os cidadãos defendem a aprovação do PLC 3/2010. O projeto dispõe sobre o processo e o julgamento colegiado em primeiro grau de crimes praticados por organizações criminosas, com o objetivo de diminuir a pessoalidade da sentença. Os cidadãos acreditam que a aprovação do projeto pode reduzir os riscos das retaliações sofridas por juízes e, possivelmente, evitar que aconteçam novos casos como o de Patrícia Acioli.

Sobre a questão ambiental, a Central de Relacionamento do Alô Senado registra inúmeras mensagens a respeito do PLC 30/2011, conhecido como Novo Código Florestal. Os cidadãos protestam contra o texto aprovado na Câmara dos Deputados. A maior parte das manifestações considera que a proposta não considerou a opinião de especialistas e técnicos no assunto. Acrescentam que o projeto, na forma como se encontra, somente irá favorecer grandes produtores, em detrimento da preservação das florestas brasileiras.

Outros projetos recebem apoio da população. Mensagens solicitam que os senadores acelerem o processo de votação do PLC 150/2009, que altera Lei n° 4.119, de 27 de agosto de 1962, para dispor sobre a jornada de trabalho dos psicólogos. A demanda surgiu pela inexistência de carga horária fixa para a categoria, garantida por lei federal. Os cidadãos também solicitam agilidade na aprovação do PLC 40/2010, que dispõe sobre aposentadoria especial aos portadores de deficiência filiados ao Regime Geral da Previdência Social.

Lembramos que as opiniões registradas pela Central de Relacionamento e pelas mídias sociais do Alô Senado, Twitter e Facebook, refletem a visão pessoal dos cidadãos que se manifestaram por intermédio destes canais de comunicação. Estas opiniões não podem, de forma alguma, ser extrapoladas para toda a população brasileira.

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