A Medida Provisória nº 621 de 2013, que cria o Programa Mais Médicos, continua como assunto principal na Central de Relacionamento do Senado (0800-612211). A maioria dos cidadãos que entrou em contato solicitou que a proposta seja rejeitada. Lucas Borges, de Nova Friburgo (RJ), ao manifestar opinião desfavorável à matéria, argumentou que "o problema da medicina no Brasil é estrutural, como é possível perceber nas péssimas condições fornecidas aos médicos, no atraso dos salários e na falta de planos de carreiras, por exemplo." Segundo ele, "a política lançada é populista e não visa à melhoria na qualidade da saúde do Brasil." Oscar Gomes da Silva Neto, de Recife (PE), afirmou que há muitas faculdades estrangeiras sem qualquer estrutura e que o Brasil costuma não homologar os diplomas de seus alunos. Diante disso, ele encaminhou a seguinte pergunta aos senadores: “Caso ocorra erro médico por parte desses profissionais, quem se responsabilizará? O programa Mais Médicos, que dispensa a revalidação de diplomas estrangeiros?"
Outros assuntos que também vêm se destacando há algum tempo são o Veto Presidencial nº 24 de 2013, referente ao ato médico, e o Veto Presidencial nº 11 de 2013, que impede a redução da carga horária dos fonoaudiólogos. Otávio Guilherme de Moraes Cardoso, de Recife (PE), manifestou opinião contrária ao veto do Ato Médico.
Sobre a jornada de trabalho dos fonoaudiólogos, Carlos Ronaldo Lima de Rezende, de Campo Grande (MS), enviou o seguinte pedido aos parlamentares: "Solicito que Vossas Excelências empenhem esforços em favor da derrubada do Veto Presidencial nº 11 de 2013. Defendemos a jornada de trabalho de 30 horas para fonoaudiólogos, que lutam, há algum tempo, por uma carga horária menor, proporcionando tempo para sua capacitação. Conheço o trabalho que esses profissionais realizam. É merecida a redução da carga horária".
Lembramos que as opiniões registradas pela Central de Relacionamento e pelas mídias sociais do Alô Senado, Twitter e Facebook, refletem a visão pessoal dos cidadãos que se manifestaram por intermédio destes canais de comunicação. Estas opiniões não podem, de forma alguma, ser extrapoladas para toda a população brasileira.