Muitas palavras e termos estrangeiros já foram
incorporados ao nosso uso e podem ser usados sem problema, mesmo
em um texto destinado à leitura em voz alta. Outros, podem dar confusão
se não forem adaptados. Mais um caso em que o velho bom senso deve
funcionar. Vamos direto a alguns casos em que o estrangeirismo já
está incorporado:
Habeas corpus (plural: habeas corpi), iceberg,
show, cd-room, blazer, laser (do raio laser), delicatessen (não
tem plural), doping, blitz (plural: blitze), freezer, lobby (plural:
lobbies), marchand, impeachment, jet-ski, marine, quorum, réveillon,
walkie-talkie, walkman, marketing.
Em outros casos, a palavra sofreu um aportuguesamento
apenas na grafia. A pronúncia continua a mesma da origem e não houve
tradução, na maioria das vezes porque nem sequer havia como traduzir.
Prefira sempre escrever desta forma:
Uísque, contêiner, grife, trêiler, chope, gol,
disquete, sanduíche, blecaute, futebol, vôlei, basquete, críquete
, crachá, recorde, bife, quibe, lanche, conhaque, marqueteiro, lobista,
aids etc.
Quando houver palavra ou expressão equivalente
em Português, não tenha dúvidas: prefira sempre. O uso desnecessário
de expressões e palavras estrangeiras em texto jornalístico é pernosticismo
inútil e fica sempre ridículo.
EVITE USE
Affair Caso
briefing entrevista ou reunião
esprit de corps espírito de corpo
host, hostess anfitrião, anfitriã
inside information informação privilegiada
bonds ações, títulos, papéis
partner parceiro, sócio
low profile discreto
blue chips ações ou papéis nobres
button botão
check in, check out embarque, desembarque ou
entrada e saída do hotel.
Brainstorm debate, discussão
meeting reunião, encontro
bunker quartel-general
imbroglio confusão, tumulto
open market mercado aberto
paper documento
sine qua non indispensável
personal trainer treinador,preparador físico
causa mortis causa da morte