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Data: 13/08/2013 Fonte: Correio Braziliense - 12

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Domésticos
O Correio Braziliense, em manchete de primeira página no domingo 11/8, noticia: “Lei das babás provoca fila para creche integral”. A matéria retrata muito bem a esdrúxula situação: a mensalidade de R$ 1 mil a R$ 3 mil cobrada por uma creche em período integral é mais compensadora do que manter uma babá com salário nominal de R$ 1 mil. Somente os demagogos não enxergam que a exagerada elevação dos encargos do emprego doméstico acarreta redução da demanda por esse trabalhador. Uma babá que ganhe R$1 mil por mês passou a representar gasto médio mensal da ordem de R$ 2.300, considerando-se as despesas com encargos sociais e vantagens trabalhistas. Por ano, a despesa com babá passaria de R$ 25 mil. É bom lembrar que a renda familiar da nova classe média (classe C) situa-se entre R$ 1.140 e R$ 4.590, enquanto a renda da classe B é de R$ 4.591 a R$ 8.400. É natural que as mães prefiram os filhos aos cuidados profissionais de uma creche em período integral do que a cargo de uma babá.
Marcilia Salles, Lago Sul

Com relação à reportagem sobre a “lei das babás”, que tal se o governo federal autorizasse as mães de filhos de até 2 anos a diminuírem a carga horária (de oito para seis horas) e, consequentemente, a remuneração? Há previsão na Lei nº 8.112, em seu artigo 19. Por que o Executivo federal não autoriza?
Henrique Cintra Ribeiro, Lago Norte

Médicos
Oportuno e salutar o debate, nos mais diversos setores organizados da sociedade brasileira, quanto à interiorização da medicina. É comum para quem visita, mesmo que de vez em quando, cidades nos confins do nosso imenso Brasil, se ver acometido de uma enfermidade que o faça buscar atendimento médico, quando lá só tem o médico generalista, atuando com quase ou sem nenhuma estrutura. Remetendo à velha máxima: médicos dos grandes centros estudam para salvar vidas e médicos do interior praticam a medicina para fazerem a vida, tornado-se fazendeiros, empresários, políticos etc. Até aí, tudo bem. Ocorre que medicina não é sacerdócio, muito menos faz milagres. Então, sra. presidente, esse assunto é sério e secular, não devendo ser tratado como instrumento eleitoreiro.
Amilton Figueiredo, Asa Sul

Os médicos que aceitaram participar do Programa Mais Médicos estão mandando vários recados. O primeiro, por certo, às suas entidades, que precisam assumir o papel de organizar essa importante categoria, debatendo propostas e projetos para exigir condições de trabalho adequadas. Aos demais profissionais, o recado vai como indicativo de que as comunidades não podem ser penalizadas. Ao poder público seja municipal, estadual ou federal, as discussões levam em conta a aplicação das verbas dos orçamentos. Por fim, cada comunidade tem de estar organizada, cobrando soluções, não apenas fazendo reclamações. Assim teremos um sistema de saúde adequado.
Uriel Villas Boas, Santos (SP)

Será que pode?
Com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal de deixar para o Congresso Nacional o destino dos parlamentares condenados pela Justiça, o que cheira a não cassação, gostaria de sugerir, com o propósito de economizar com combustível em deslocamentos Congresso-Papuda, Papuda-Congresso, que fosse construído na Praça dos Três Poderes um presídio destinado a detentores de mandatos que venham a incorrer na prática de crime. Sugiro ainda, que seja aberto à visitação pública, aos sábados, domingos e feriados, para que os visitantes tenham a oportunidade de levar bons conselhos aos detentos. Isso contribuiria para a ressocialização do apenado. Por favor, não façam conchavos na licitação para essa construção. Tem licitação por aí dando o maior bode.
Jeovah Ferreira, Taquari

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