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Ação das frentes Parlamentar e Nacional

Ação das frentes Parlamentar e Nacional inclui divulgação e debates

As frentes Parlamentar e Nacional têm promovido e apoiado uma série de eventos para divulgar e discutir o problema com a sociedade.

No encerramento do 1º Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, em 27 de maio de 2010, com o apoio da frente parlamentar, foram colocadas 161 cruzes em frente ao Congresso Nacional, representando as vítimas dos vários conflitos de terras no Brasil, entre eles os três auditores fiscais do trabalho que foram assassinados em Unaí (MG), em 2004.

Na véspera da manifestação, José Nery entregou ao então presidente da Câmara, o ex-deputado e hoje vice-presidente da República, Michel Temer, um abaixo-assinado com 280.404 assinaturas pedindo a aprovação da PEC 438/01.


Abaixo-assinado na internet pela aprovação da PEC 438/01 teve quase 300 mil nomes e ainda pode ser assinado

O documento ainda pode ser assinado pela internet, no site www.trabalhoescravo.org.br/abaixo-assinado. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o então secretário especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, a relatora especial da ONU sobre Formas Contemporâneas de Escravidão, Gulnara Shahinian, e os atores Wagner Moura e Sérgio Mamberti, entre outros, participaram do evento.

Este ano, a principal ação das frentes parlamentar e nacional foi a 2ª Semana Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo (de 28 de janeiro a 3 de fevereiro), com eventos em várias cidades.

O evento foi aberto com o lançamento do Atlas Político-Jurídico do Trabalho Escravo Contemporâneo no Maranhão, elaborado pelo Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos (CDVDH) de Açailândia.

Em Minas Gerais, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) realizou uma manifestação para lembrar os sete anos dos assassinatos em Unaí (MG).

Um seminário, em Belém (PA), discutiu propostas para a erradicação do crime naquele estado, enquanto que, no Piauí, o Fórum Estadual de Combate ao Trabalho Escravo entregou às autoridades um manifesto sobre o problema.

Na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo, uma audiência pública debateu o trabalho escravo urbano, sobretudo na indústria do vestuário. Por fim, em Cuiabá, foi realizado culto ecumênico no Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep-MT).

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