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Programas de “economia verde” no mundo: energia renovável, trabalho de cooperativas para reciclagem de resíduos e sistemas de transporte de passageiros com redução de emissão de gases poluentes

Três programas citados pelo Pnuma como experiências bem-sucedidas de economia verde no mundo


Energia renovável

Fundada em 1996, em Bangladesh, a Grameen Shakti é uma das companhias de base rural de crescimento mais rápido no campo de energia renovável no mundo. Oferece crédito a juros baixos para tornar acessíveis à população rural sistemas solares caseiros (SHSs, da sigla em inglês), instalações de biogás e fogões melhorados. A Grameen Shakti pretende instalar mais de 1 milhão de SHSs até 2015.


Reciclagem de resíduos

A reciclagem de materiais no Brasil se compara à de países industrializados do mundo. Cerca de 95% das latas de alumínio e 55% das garrafas plásticas são recicladas. Metade do volume de papel e vidro é recuperada. O problema é a mão de obra. São cerca de 500 mil catadores de lixo que trabalham em péssimas condições e recebem rendas baixas. Após iniciativas locais, 60 mil pessoas se organizaram em cooperativas para oferecer seus serviços com contrato de trabalho. A renda desses trabalhadores organizados é duas vezes maior do que a dos catadores de lixo.


Centro de seleção de resíduos da Cooperativa de Reciclagem, Trabalho e Produção (Cortrap), em Brasília, Distrito Federal. (Foto: José Cruz/ Agência Senado)


Sistemas de transporte de passageiros

A área de transporte oferece bons exemplos em várias partes do mundo. A cobrança eletrônica rodoviária e o sistema de cotas de veículos de Cingapura diminuíram a crescente utilização de automóveis e motorização. Na Colômbia, o sistema de trânsito rápido de ônibus de Bogotá está contribuindo para redução de 14% nas emissões de gases poluentes por passageiro e foi reproduzido em outras cidades, como Lagos (Nigéria) e Joanesburgo (África do Sul).

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