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O sucesso da Conferência Rio-92 da ONU e o desenvolvimento sustentável


Foto oficial dos chefes de delegaçõs na Rio-92: países reconheceram o conceito
de desenvolvimento sustentável e defenderam a proteção ao meio ambiente
(Foto: Michos Tzovaras/UN)

O sucesso da Rio-92 foi além das expectativas. Em termos práticos, a conferência registrou presença de chefes de governo poucas vezes vista até então fora da sede da ONU: 178 deles estiveram presentes, impulsionando a pauta ambiental de maneira sem precedentes.

A produtividade da conferência, fruto de 20 anos de trabalhos da ONU sobre o assunto, também foi notória. Na Rio-92, nasceram duas convenções — sobre biodiversidade e mudanças climáticas — e mais três documentos — a Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Declaração de Princípios sobre Florestas e a Agenda 21 — que até hoje norteiam as ações nacionais e internacionais que trilham o caminho do desenvolvimento sustentável.

Na Rio-92, foi acertada a criação da Comissão de Desenvolvimento Sustentável (CDS), vinculada ao Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc). A CDS coopera com os países para que atinjam os objetivos da Rio-92 e é uma das responsáveis pela organização das conferências da ONU que se realizaram desde então, como a própria Rio+20.

Aliás, é por conta do sucesso da Rio-92 que, desde então, qualquer discussão sobre o assunto ganha o nome de Rio+X, em que X é o número de anos transcorridos desde 1992. Ou seja, “Rio” virou sinônimo de conferência global bem-sucedida, em que se discute o próprio futuro da Humanidade.

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A Rio+20: Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável