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Merla se popularizou no centro e no norte do Brasil

Assim como no óxi, para fazer a merla (mela, mel ou melado), alcalinos e solventes baratos e fáceis de ser obtidos são adicionados à pasta de cocaína. Mas, em vez de pedras, a merla assume consistência pastosa, com odor forte e coloração entre amarela e marrom.

Diferentemente do óxi, espalhado pelo território nacional, a merla se concentrou nas regiões central e norte do país, sobretudo em Brasília, onde já foi mais consumida que o crack, segundo o Cebrid.

A pasta de merla pode ser misturada ao cigarro comum ou ao de maconha, ou fumada em cachimbos de fabricação caseira, como o crack. Os efeitos são semelhantes, assim como os seus riscos.

O usuário da merla transpira muito e exala cheiro de querosene, éter e outras substâncias usadas na preparação da droga. O tratamento para os dependentes é difícil, pois, ao se afastarem da droga, eles caem em depressão, o que leva cerca de 20% ao suicídio.

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