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Mulheres no efetivo militar das Forças Armadas do Brasil e civis na Defesa


Formatura de aviadoras na Academia da Força Aérea,
em Pirassununga (SP): ainda uma minoria (Foto: CB Junior/FAB)

Na Defesa, com relação ao efetivo militar total, parece não haver queixas. Alguns especialistas discutem, no entanto, que a proporção, no Brasil, entre o número de oficiais (17% na Marinha, 12% no Exército e 15% na Aeronáutica) em relação ao restante da tropa seria maior que a de outros países, como os Estados Unidos. Sob outro ângulo, percebe-se que esse é ainda um universo predominantemente masculino — são apenas 5% de mulheres na Marinha, 2% no Exército e 8% na Aeronáutica. Só a partir de 1980 as mulheres começaram a integrar o quadro das Forças Armadas, primeiramente na Marinha e em funções administrativas, e o avanço tem sido lento.

Já no que diz respeito ao engajamento de civis, o número é maior que o de mulheres. Ainda assim, a Estratégia Nacional de Defesa prevê aumento da participação de especialistas em segurança civis no Ministério da Defesa, já que, hoje, a maioria dos civis desempenha funções administrativas. A ideia é que eles ocupem cargos de chefia para agregar mais diversidade ao pensamento militar no Brasil.

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