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Gastos na Defesa com serviços e para projetos de Exército, Marinha e Força Aérea

Mauro Ceza Nogueira do Nascimento consolidou os gastos em defesa por programa, constatando que os principais projetos “apresentaram ampliações superiores aos demais nos últimos anos, com ênfase para a vertente naval. Os três, em conjunto, passaram de uma participação relativa [em relação ao Orçamento] de 2,4%, no ano 2000, para 9,1% em 2010, alcançando gastos de R$ 5,4 bilhões”, informa o analista do Ministério do Planejamento.

O estudo de Nascimento mostra também que, em 2009 e 2010, o país aumentou significativamente seus investimentos em defesa, com taxas de crescimento da ordem de 9,6% e 9,3%, respectivamente, e com destaque para os projetos de desenvolvimento dos submarinos convencionais e de propulsão nuclear (Prosub) e da aeronave para transporte tático/logístico KC-390, e de aquisição de helicópteros de médio porte.

Em termos financeiros, as “meninas dos olhos” do governo nos últimos dez anos têm sido os projetos Reaparelhamento e Adequação da Marinha do Brasil, que ganhou 4,8% a mais dos recursos, e Reaparelhamento e Adequação da Força Aérea Brasileira, que teve 1,6% de aumento.

Nascimento esclarece que o grande aumento dos gastos com o serviço de saúde de Exército, Marinha e Força Aérea resulta de uma situação contábil: os três serviços de cada força foram fundidos.

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