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Senadores falam sobre o texto do novo Código Florestal

Para o senador Jorge Viana, a proposta equilibra os dois lados – ruralistas e ambientalistas – e “o novo Código Florestal, com as mudanças feitas no Senado, será um instrumento de consolidação do país como grande produtor de alimentos e de proteção ao meio ambiente, pondo fim aos desmatamentos ilegais. Ninguém produz bem sem ter o meio ­ambiente como aliado. O setor produtivo sabe disso".

Acir Gurgacz (PDT-RO), presidente da CRA, é da mesma opinião: “construímos um Código Florestal equilibrado, que permite o desenvolvimento da atividade agrícola e a preservação, trazendo segurança jurídica para o campo e proteção para florestas e rios”, disse o senador.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) faz uma avaliação diferente. Para ele, o texto "trouxe uma moldura verde, mas na verdade mantém retrocessos e vai na contramão da história, pois institucionaliza o desmatamento irregular". Marinor Brito (PSOL-PA), para quem a votação foi marcada por "um verdadeiro rolo compressor do governo e da bancada ruralista", também discorda do texto aprovado.


A senadora Marinor Brito criticou o "verdadeiro
rolo compressor do governo e da bancada ruralista"
na votação do PLC 30/11 (Foto: Pedro França/agência senado)

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