Com anseios de autonomia e conspirando contra a espoliação da pesquisa e lavra de ouro e diamantes promovida há muitas décadas pela Coroa portuguesa, um grupo de intelectuais e outros patriotas, entre eles Cláudio Manoel da Costa, Francisco de Paula Freire de Andrade, Inácio José de Alvarenga Peixoto, José Álvares Maciel e Tiradentes – o mais entusiasta -, reuniu-se em Vila Rica, sede da Capitania de Minas Gerais (hoje cidade de Ouro Preto), no ano de 1789.
Seus
objetivos, embora não definidos com exatidão, podem ser resumidos
através da bandeira que imaginaram – onde consta a legenda latina
Libertas quae sera tamen ("liberdade ainda que tardia").
A conjuração, que deveria eclodir no dia do pagamento dos impostos ("derrama"), acabou denunciada pelo companheiro Joaquim Silvério dos Reis e abafada pelas autoridades.
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