Senador pela província do Pará, tomou posse em junho de 1855.
Eleito Deputado Geral em 07 ocasiões. Ocupou a Presidência das províncias do Pará, do Rio de Janeiro e de Alagoas. Como jornalista, colaborou com o "Diário de Pernambuco" e outros jornais. Foi Procurador e Fiscal da Fazenda em Belém, sendo ainda juiz de Direito nessa Capital, e nomeado membro do Conselho de Estado em 1857.
Dedicou-se intensamente à reforma jurídica, eleitoral e do Conselho de Estado. No Senado, trabalhou ativamente sobre temas como a imigração estrangeira, Lei de Terras, colonização e sistema financeiro. Participou da elaboração do Código Civil e da reorganização do Banco do Brasil. Defendeu a causa abolicionista e votou pela aprovação da Lei do Ventre Livre.
Agraciado com o título de Visconde em 1872.
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