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Conhecida desde o período colonial, a borracha da seringueira da Amazônia só começou a ser exportada no séc. XIX, adquirindo importância econômica sobretudo a partir da descoberta da vulcanização, em 1839.
O ciclo da borracha, com o desbravamento da Amazônia por nordestinos e índios, foi o primeiro grande empreendimento levado a efeito no Brasil sem o auxílio do braço escravo. O monopólio brasileiro de produção e os altos preços da borracha no mercado mundial enriqueceram durante algum tempo os donos de seringais e fizeram de Manaus e Belém capitais de fausto e dissipação.
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