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Senhor.
O dado está lançado: de Portugal não temos a esperar senão escravidão
e horrores. Venha V.A.R. quanto antes e decida-se, porque irresoluções,
e medidas d'água morna, à vista d'esse contrario que não nos poupa,
para nada servem, e um momento perdido he uma desgraça. Muitas cousas
terei a dizer a V.A.R., mas nem do tempo nem da cabeça posso dizer.
Rio de Janeiro
De V.A.R.
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