Página Inicial
O Senado e a Primeira República (4) Voltar para página anterior   Avançar para próxima página

A Decadência das Oligarquias

Eleito uma segunda vez em 1918, Rodrigues Alves, já gravemente doente, não chegou a tomar posse. Falecido em janeiro de 1919, assumiu a presidência o seu vice, o mineiro Delfim Moreira, que dirigiu interinamente o País por oito meses (novembro de 1918 a julho de 1919), quando em novas eleições, foi eleito Epitácio Pessoa, que tomou posse em 28 de julho de 1919 e governou até 1922. No seu Governo, promoveu-se em 1922 uma grande Exposição Nacional, comemorativa do Centenário da Independência, ocasião em que se revogou o banimento da Família Imperial do Brasil.

Os Movimentos Tenentistas (Revolta do Forte de Copacabana e a Revolução Paulista de 1924);
A Coluna Prestes;
A Semana de Arte Moderna

De 1922 a 1926, transcorreu o Governo de Artur Bernades, o mais agitado de toda a Primeira República, com duas manifestações do Movimento Forte de Copacabana
Tenentista contra o regime oligárquico que dirigia o Brasil: a Revolta do Forte de Copacabana, com os Tenentes Eduardo Gomes e Siquera Campos à frente, em 1922, e a Revolução Paulista de 1924, que culminou na formação da famosa Coluna Prestes, somente dissolvida em 4 de fevereiro de 1927.

Marcha da Morte Coluna Prestes

 

Ainda em 1922, além das revoltas militares, ocorreu em São Paulo a Semana da Arte Moderna, promovida por jovens intelectuais.

A Negra

A Revolução Paulista de 1924, movimento tenentista que definiu um programa político, defendeu o voto secreto, a obrigatoriedade do ensino primário, a centralização do poder e atribuições limitadas do Executivo.

A Lei Celerada

O Governo de Washington Luís (1926-1930) foi marcado por constantes perseguições pós-eleitorais dos deputados e senadores mineiros e paraibanos ligados a Antônio Carlos de Andrada e João Pessoa. A partir de 1927 foi desencadeado um movimento de repressão ao comunismo, quando da aprovação de um projeto de Aníbal Toledo, conhecido como a Lei Celerada, que, a pretexto de se posicionar contra o comunismo, restringia a liberdade de pensamento e expressão. No campo econômico, todo o plano financeiro do Governo soçobrou diante da crise de 1929 (Grande Depressão).