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Domínio das Oligarquias Com o Governo de Prudente de Moraes (1894-1898) inicia-se a segunda fase da República Velha ou República do Café, com o período de domínio das oligarquias, principalmente a dos poderosos cafeicultores paulistas, representados pelo Partido Republicano Paulista (PRP), o mais poderoso do País, seguido pelo Partido Republicano Mineiro (PRM). Dentre os vários problemas políticos enfrentados por Prudente de Moraes, o mais grave foi a Guerra do Canudos, no sertão da Bahia (1896-1897). A Política dos Governadores e a Política do Café-com-leite
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Em 1904 houve uma sublevação popular no Rio de Janeiro, contra uma lei governamental que tornava obrigatória a vacina contra a varíola, episódio aproveitado pelo General Silveira Travassos e pelo senador Lauro Sodré para sublevarem as Escolas Militares da Praia Vermelha e do Realengo.
As atividades legislativas do Senado republicano até a primeira metade da República Velha foram abrilhantadas pelos embates políticos travados em suas tribunas por Pinheiro Machado e Rui Barbosa. Aquele, representante do estado do Rio Grande do Sul a partir da 1ª Constituinte Republicana, teve grande ingerência nos Governos de Hermes Fonseca, Afonso Pena e de seu vice-Presidente Nilo Peçanha.
Entre 1905 e 1914, o Senador Pinheiro Machado foi líder da bancada gaúcha, Presidente do Senado e da Comissão de Verificação de Poderes, constituindo-se no mais poderoso e influente chefe político brasileiro, com ascedência, inclusive, sobre o próprio Presidente da República. |
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