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O Senado e o Início da República Voltar para página anterior   Avançar para próxima página

O Manifesto Republicano
de 1870;
A Proclamação da República
(15-11-1889)

Em 15 de novembro de 1889, foi proclamada a república pelo Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, instaurando-se no País um novo sistema de Governo, que pôs término ao período do Brasil Imperial. Um movimento desencadeado a partir das campanhas republicana e abolicinonista entre as camadas urbanas, os fazendeiros paulistas e o exército -
a partir de 1870 e o lançamento do Manifesto Republicano, que defendia um regime presidencialista, representativo e descentralizador - precipitou o golpe militar que proclamou a República. Jovem usando alegoria da República

O Governo Provisório
(1889-1891);
A Assembléia Constituinte
(1890-1891)

Derrubada a Monarquia, instalou-se um Governo Provisório, presidido por Deodoro da Fonseca, com três funções básicas: consolidar o novo regime, institucionalizá-lo com aprovação de uma constituição e executar as reformas administrativas que se faziam necessárias.

 

Entre as medidas efetivamente adotadas, destacamos a expulsão da Família Imperial; a extinção da Câmara de Deputados, do Senado e do Conselho de Estado; a extinção das Assembléias Provinciais e Câmaras Municipais, substituídas por interventores; e a convocação de eleições, visando a estabelecer uma Assembléia Constituinte, eleita em 1890, com a função de preparar a 1ª Constituição Republicana, a partir de um projeto apresentado pelo Governo Provisório. No Ministério do Governo Provisório destacaram-se Rui Barbosa, republicano convicto, que ocupou a Pasta da Fazenda, com atuação francamente industrialista, e Quintino Bocaiúva, principal proclamador civil de 15 de novembro de 1889, nomeado Ministro das Relações Exteriores, e que vieram posteriormente a ser eleitos Senadores pelos Estados da Bahia e Rio de Janeiro respectivamente.

Rio de Janeiro