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Criada comissão do Mercosul para acompanhar combate à febre aftosa



[Foto: Mercosul ]

Por sugestão do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) e do deputado Claudio Diaz (PSDB-RS), o Parlamento do Mercosul criou, nesta terça-feira (7), uma comissão especial destinada a acompanhar os programas nacionais de cada Estado-Parte e os programas regionais porventura existentes de combate à febre aftosa. A comissão terá 60 dias para produzir um relatório sobre suas atividades.

A comissão especial será composta por três representantes de cada país. Pelo Brasil, foram indicados o senador Romeu Tuma (DEM-SP) e os deputados Max Rosenmann (PMDB-PR) e Claudio Diaz, sendo que este último coordenará a representação brasileira na comissão.

Na justificação da proposta, Mercadante e Diaz destacam a importância do controle sanitário para a participação dos produtos agropecuários da região do Mercosul no mercado internacional. Lembram ainda as enormes perdas financeiras para os produtores rurais decorrentes da incidência de febre aftosa em países do Mercosul e citam a identificação recente de foco de febre aftosa na Inglaterra. Na avaliação dos parlamentares, essa evidência "pode implicar novas posturas nas negociações entre o Mercosul e a União Européia".

Ainda no texto da proposta, os dois parlamentares brasileiros citam o Programa Mercosul Livre de Febre Aftosa, cujo objetivo é erradicar a doença da região até o final de 2009, e o inicio da implementação de projeto amparado pelo Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (Focem) para o combate à febre aftosa.

Orçamento

Para outra comissão especial do Parlamento do Mercosul, a do Orçamento de 2008, foram designados, pela seção brasileira, o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS) e o deputado Dr. Rosinha (PT-PR).

07/08/2007 - Rita Nardelli / Repórter da Agência Senado

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