Há muito
dinheiro falso em circulação no país.
O prejuízo é enorme e recai sobre quem recebe
a cédula ou a moeda. Desde a implantação
do real, em 1994, até hoje, a falsificação
já causou um rombo de cerca de R$ 87 milhões.
Durante esse período, foram recolhidos mais de 2,7
milhões de notas falsas e cerca de 471 mil moedas
metálicas. O recorde foi registrado em 2003, quando
foram retiradas de circulação 524.248 cédulas
de real.
Para o Banco Central (BC), em 90% dos
casos, as falsificações
são feitas utilizando-se máquinas copiadoras.
A tecnologia dessas máquinas seria uma das razões
para o crescimento do crime. Outra forma comum de adulteração
ocorre com a lavagem de cédulas de menor valor, reimpressas
em notas de maior valor. As notas mais falsificadas são
as de R$ 10 e de R$ 50.
A responsabilidade pela emissão, distribuição
e segurança das cédulas e moedas cabe ao Departamento
do Meio Circulante (Mecir) do BC. A dica para que as pessoas
evitem prejuízos e aborrecimentos é adotar
o hábito de examinar bem a cédula e identificar
os itens de segurança. Esse é o tema do Especial
Cidadania de hoje, sugestão do leitor Cláudio
Evangelista dos Santos, de Pernambuco.
Veja quadro sobre como evitar
para não
receber dinheiro falso: