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17/06/2013 17:52:11 Comunicação do Senado corrige informações publicadas pelo Estadão sobre expansão da TV e Rádio Senado

A Assessoria de Imprensa da Secretaria Especial de Comunicação Social do Senado encaminhou a nota abaixo ao jornal o Estado de São Paulo, em resposta a matéria publicada pelo jornal:

 

A matéria “Renan cria máquina de divulgação nos estados” publicada pelo jornal o Estado de S. Paulo nesta segunda-feira, 17 de junho, está incorreta e apresenta uma visão parcial e distorcida da expansão da TV Senado e da Rádio Senado. A jornalista foi devidamente informada pela Secretaria Especial de Comunicação Social – SECS, por escrito e verbalmente, que não é verdade que haja orientação do presidente Renan Calheiros no sentido de acelerar o ritmo de implantação dos veículos, conforme diz a matéria.

 

A expansão é um processo, iniciado logo após a inauguração da TV Senado, em 1996, que passou por diferentes etapas e meios tecnológicos. O sinal, oferecido inicialmente para TV a cabo somente para Brasília, foi ampliado para as operadoras a cabo de todo o País, para antenas parabólicas, emissoras em sistema analógico em UHF, internet e agora está na fase de implantação em sinal digital.

 

Em 2012, portanto antes da posse do presidente Renan, foi autorizada despesa de R$ 15.175.452,76 para a TV e Rádio Senado. A licitação para 10 transmissores de TV, por Ata de Registro de Preços, tramitou por meses e finalmente foi concluída no início de janeiro deste ano, no valor global de R$ 12.725.452,70, gasto a ser efetivado quando os locais de instalação estiverem prontos. Aonde a TV Senado chegar, sempre que possível, será implantada também a Rádio Senado. A despesa de aquisição com esses equipamentos constitui investimento único, suficiente para manter transmissões de rádio e TV por muitos anos. 

 

O Ato 12/2011 da Mesa, que instituiu a Rede Senado de TV Digital, permitiu parcerias com assembleias e outras entidades públicas para cortar despesa permitindo, em contrapartida, ceder uma subcanalização de seu canal digital. O Senado firmou convênio com a Câmara dos Deputados, segundo o qual cada Casa implanta emissoras em 13 capitais, usando somente parte das 25 consignações que possui. A Câmara ampliou a sua expansão para o interior. Oito assembleias legislativas e uma Câmara de Vereadores também firmaram compromisso com o Senado, assumindo aluguel, energia e conservação da estação retransmissora.

 

O projeto de expansão é gerido de Brasília por um grupo de nove servidores efetivos não dedicados, que atuam no projeto sem prejuízo de suas atividades regulares. A equipe integra o Grupo Estratégico da Expansão da TV e Rádio Senado, aprovado no Planejamento Estratégico da SECS, de 2011. Não há equipe nos estados e as emissoras são monitoradas por sistema de telemetria.

 

Seguem as informações prestadas ao Estado de S. Paulo em 7 de junho de 2013:

 

 

A TV Senado pode ser sintonizada em sinal aberto e gratuito em 13 capitais: Brasília, Manaus, João Pessoa, Natal, Recife, Cuiabá, Rio Branco, Rio de Janeiro (Zona Oeste), Salvador, São Paulo, Fortaleza, Belo Horizonte e Porto Alegre. Em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo, a TV Senado chega por sinal digital em canais da Câmara dos Deputados, em razão de parceria de reciprocidade em que cada Casa comprometeu-se a montar estações em 13 capitais brasileiras cedendo à outra um dos quatro subcanais digitais possíveis no sistema de multiprogramação para reduzir custos de implantação. Em Brasília não é possível compartilhas os canais das geradoras e Câmara e Senado têm transmissões analógicas e digitais próprias.

Em sinal digital a TV Senado está disponível em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Fortaleza, cidade onde ainda pode ser captada em sinal analógico também. E em sinal analógico, pode ser captada em Brasília, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Recife, Cuiabá, Rio Branco, Rio de Janeiro (Zona Oeste) e Salvador.

A TV Senado foi inaugurada em fevereiro de 1996 com transmissão para TV a cabo. No início estava disponível apenas em Brasília, mas três meses depois da inauguração disponibilizou o sinal nacionalmente e desta forma passou a ser oferecida pelas operadoras de TV a cabo e TV por assinatura de todo o país. Em 2000, a TV Senado deu importante passo em sua expansão quando alcançou antenas parabólicas analógicas simples e de menor custo, oferecendo ao cidadão, pela primeira vez, uma transmissão em sinal aberto e gratuito que popularizou e interiorizou a TV. Com o objetivo de ampliar as transmissões abertas, acessíveis à toda a população, em 2000 foi iniciada a implantação de emissoras em sinal UHF do tipo analógico, com a inauguração de uma estação de Brasília. Em 2006 começaram a entrar em operação outras estações em UHF, estando hoje 10 estações em operação, incluídas as da geradora de Brasília e da cidade satélite do Gama, cobrindo 09 cidades:

 

Cobertura com emissoras em sinal aberto analógico e digital

 

CIDADE

Canal

Analógico

Em

operação

Canal

Digital

Em operação

01

BRASÍLIA – DF GERADORA

51

 

05/02/1996

 

 

50 – Senado

 

20/12/2010

 

 

Brasília - Gama – DF

36

11/05/2007

X

X

02

Manaus - AM

X

X

57 - Senado

07/12/2012

03

João Pessoa – PB

40 +

25/01/2007

X

X

04

Natal – RN

52

14/09/2008

X

X

05

Recife – PE

55 +

25/01/2007

X

X

06

Cuiabá – MT

56

23/10/2009

X

X

07

Rio Branco – AC

16

17/01/2011

X

X

08

Rio de Janeiro - RJ/Zona Oeste

49

27/11/2007

X

X

09

Salvador – BA

53 –

20/11/2006

X

X

10

São Paulo

X

 

61 - Câmara

20/10/2008

11

Fortaleza – CE

43

10/07/2007

61 - Câmara

2012

12

Belo Horizonte

X

 

61 - Câmara

2012

13

Porto Alegre

X

 

61 - Câmara

2012

 

Em 2011, a Mesa aprovou o estabelecimento da Rede Senado de TV Digital e de Rádio, por meio do Ato 12/2011, e permitiu parcerias para dividir custos e facilitar a viabilização do projeto. Em março de 2012 o Senado recebeu consignações digitais de TV do Ministério das Comunicações e, em parceria com assembleias legislativas e outras entidades públicas, passou a implantar estações na nova tecnologia. Já inaugurou a estação digital de Manaus e, até o final do ano, deve começar a operar em outras 09 capitais. A Câmara dos Deputados, que por força do convênio firmado deverá colocar no ar a TV Senado em suas estações, informa ter previsão de implantação em quatro capitais este ano, além das quatro que já opera.

 

Parceria Senado – Câmara: Canais digitais a serem operados pelo Senado Federal

 

UF

MUNICÍPIO

Em operação

1

SE

Aracaju

1º semestre 2014

2

PA

Belém

2º semestre 2013

3

RR

Boa Vista

2º semestre 2013

4

MS

Campo Grande

1º semestre 2014

5

PR

Curitiba

2º semestre 2013

6

PB

João Pessoa

2º semestre 2013

7

AP

Macapá

2º semestre 2013

8

AL

Maceió

2º semestre 2013

9

AM

Manaus

07/12/2012

10

RJ

Rio de Janeiro

2º semestre 2013

11

RO

Porto Velho

1º semestre 20149

12

MA

São Luis

1º semestre 2013

13

PI

Teresina

2º semestre 2013

 

Parceria Senado – Câmara: Canais digitais a serem operados pela Câmara dos Deputados

 

 

UF

MUNICÍPIO

Em operação

1

MG

Belo Horizonte

12/07/2012

2

MT

Cuiabá

1º semestre 2013

3

SC

Florianópolis

 

4

CE

Fortaleza

02/07/2012

5

GO

Goiânia

1º semestre 2013

6

RN

Natal

 

7

TO

Palmas

1º semestre 2013

8

RS

Porto Alegre

22/10/2012

9

PE

Recife

 

10

AC

Rio Branco

 

11

BA

Salvador

 

12

SP

São Paulo

29/04/2008

13

ES

Vitória

1º semestre 2013

 

A Rádio Senado pode ser sintonizada em Brasília, Fortaleza, Natal, Cuiabá, Rio Branco, Teresina e Manaus. Havendo frequência disponível, onde instala a TV, o Senado coloca no ar também a Rádio Senado.

 

Rádio Senado - Cobertura

 

CIDADE

Frequência

01

BRASÍLIA

91,7 MHz

02

Fortaleza – CE

103,3 MHz

03

Natal – RN

106,9 MHz

04

Cuiabá - MT

102,5 MHz

05

Rio Branco – AC

100,9 MHz

06

Manaus - AM

106,9 MHz

07

Teresina – PI

104,5 MHz

 

 

 

 

 

 

 

 ===============

 

Em razão das parcerias nas capitais, o Senado Federal só assume a despesa de aquisição dos transmissores. Em 2013, há previsão de despesa de R$ 15.175.452,76, sendo R$ 12.725.452,70 para dez sistemas de transmissão de TV, já licitados por Ata de Registro de Preços com validade até dezembro. Por esse regime de licitação, o Senado pode efetivar as compras de cada item à medida que os parceiros locais forem disponibilizando a infraestrutura de transmissão – abrigo, torre e alimentação de energia - e equipamentos de sua responsabilidade. A aquisição de transmissores é investimento único e, com essas aquisições, o Senado só precisará comprar sistemas de transmissão para duas outras cidades, provavelmente em 2014, em valores ainda não estimados, para cumprir o compromisso de 13 cidades firmado com a Câmara dos Deputados.

Para a Rádio Senado há previsão de despesa em 2013 da ordem de R$ 2.450.000,00 com nove transmissores de rádio, exceto para Curitiba, onde o Senado aguarda a consignação de canal FM, já solicitado. Espera-se redução nessa despesa, já que os preços dos equipamentos caem muito nas licitações. No caso da TV, o custo estimado na pesquisa de preços caiu 50% em relação ao valor global efetivamente fechado na licitação.

 

 

Cidade

TV

Licitação já realizada

Rádio

Previsão

Previsão de Despesa

01

Belém – PA

R$ 1.423.661,63

R$ 350.000,00

2013

02

Boa Vista – RR

R$ 1.113.714,29

R$ 250.000,00

2013

03

Campo Grande – MS

R$ 1.121.872,80

R$ 350.000,00

2013

04

Curitiba – PR

R$ 1.096.410,91

SEM CANAL

2013

05

João Pessoa – PB

R$ 1.132.155,00

R$ 200.000,00

2013

06

Macapá – AP

R$ 1.148.127,57

R$ 250.000,00

2013

07

Maceió – AL

R$ 1.427.632,00

R$ 350.000,00

2013

08

Rio de Janeiro - RJ

R$ 1.651.915,60

R$ 350.000,00

2013

09

São Luis - MA

R$ 1.423.132,00

R$ 350.000,00

2013

10

Teresina – PI

R$ 1.186.830,95

Já adquirido

X

 

TOTAL PARCIAL

R$ 12.725.452,70

 

R$ 2.450.000,00

 

 

TOTAL 2013

R$ 15.175.452,76

 

 

A gestão do projeto de expansão é feita pelo Grupo Estratégico da Expansão da TV e Rádio Senado, formado por 09 servidores efetivos entre jornalistas, técnicos e engenheiros. Não há equipe nos estados. O Senado dispõe de contrato de manutenção para estações de TV e Rádio, e utiliza um sistema de telemetria que permite visualizar, de Brasília, eventuais problemas técnicos da TV e da Rádio. As entidades parceiras e telespectadores ajudam a monitorar problemas nas transmissões de TV e Rádio.

Não dispomos de informação consolidada do custo global dos equipamentos de produção da TV e da Rádio Senado. A maior parte desse parque é em sistema analógico e foi adquirido na época da inauguração das emissoras, há 17/16 anos.  A substituição por equipamentos digitais já está planejada e deve ser gradual.

 

 

 


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14/06/2013 11:59:58 Senado esclarece Folha de São Paulo sobre gastos com alimentação, veículos e acessibilidade

Tendo em vista a reportagem “Edital prevê R$ 375 mil de gasto com lanche de senador”, publicada nesta quinta-feira (13) pela Folha de São Paulo, esclarecemos que o procedimento de readequação do edital, referida na nota que encaminhamos à repórter na tarde de ontem, quarta, 12, foi iniciado pela administração da Casa em 6 de junho de 2013, cinco dias, portanto, antes da demanda do jornal, registrada em 11 de junho. Registre-se, ainda, que a licitação não foi homologada e será revogada.

 

Cabe, ainda, esclarecer que a substituição dos veículos que atendem à Presidência não foi determinada pelo presidente Renan Calheiros. Trata-se de uma decisão administrativa, diante das condições dos automóveis até então utilizados e dentro do contexto de mudança no modelo de gestão da frota, com significativa economia neste setor.

 

A aquisição de cadeira de rodas visa não apenas atender ao senador citado, mas compor o patrimônio da Casa como parte do Programa de Acessibilidade e, dessa forma, servir a outros usuários no futuro.

 

Finalmente, informamos que o senador Garibaldi Alves era suplente da ex-senadora Rosalba Ciarlini e não do senador afastado Garibaldi Alves Filho.

 


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23/05/2013 14:47:07 Senado esclarece o Correio sobre interrupção de transporte e outras medidas de economia

Sobre a informação veiculada pelo jornal Correio Braziliense, relativa ao término do serviço de transporte coletivo entre a rodoviária e o Senado Federal, na matéria “Despesas: Congresso vai gastar R$1 bi a mais este ano”, de 20 de maio, esclarecemos que:

 

•         O número de servidores que utilizava aquele transporte nunca passou de 10% dos cerca de 900 usuários/dia.  

 

•         Os esforços da administração para estimular a adesão dos servidores ao serviço oferecido pela Casa – anúncio permanente na página da Coordenação de Transportes, matérias nos informativos e na página da intranet (a última em 05 de março deste ano) – infelizmente não surtiram efeito.

 

•         Os terceirizados já recebem vale-transporte para as despesas com locomoção.  

 

•         A baixa adesão ao transporte circular oferecido pela Casa, além de provocar uma relação custo-benefício desfavorável para o orçamento, causava o efeito inverso ao desejado para o meio ambiente.

 

•         A previsão de economia para o Senado, decorrente do cancelamento do serviço é de cerca de duzentos e vinte mil reais anuais. 

Com base nos dados expostos, Comissão Diretora do Senado Federal decidiu, em reunião realizada no dia 17 de abril, que o transporte circular, no trajeto em pauta, seria suspenso a partir do dia 6 de maio. Ressaltamos que a administração continua a estudar soluções para incentivar o uso do transporte coletivo e menos poluente por parte dos servidores.  

Por fim, reproduzimos informações encaminhadas ao Correio Braziliense, no dia 17 de maio, por solicitação do jornalista Leandro Kleber, autor da referida matéria:  

 

“Prezado jornalista Leandro Kleber,  A dotação autorizada para 2013 foi elaborada ainda na gestão anterior, quando da confecção da Lei Orçamentária Anual, com projeções concluídas em meados de agosto de 2012. Ressalta-se que o valor previsto pela lei é apenas um limite e não representa o gasto efetivo.   No ano passado, por exemplo, o valor executado foi inferior ao autorizado pela LOA. A meta do Senado é economizar R$ 303 milhões no biênio e a forma como esse número será alcançado já foi fartamente detalhada ao longo dos primeiros 100 dias de gestão, em especial no balanço divulgado no último dia 7 e publicado no Portal da Transparência http://www12.senado.gov.br/transparencia/adm/arquivos/Relatorio100diasGestaoSF.pdf”


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13/05/2013 12:59:09 Licenças médicas seguem procedimentos legais e absenteísmo de 2,9% é semelhante a de instituições de grande porte

A junta médica do Senado Federal divulgou nota nesta segunda-feira (13), respondendo informações da matéria "Licenças médicas de funcionários do Senado
somam 87,5 mil dias em 2 anos", publicada pelo jornal O Estado de São Paulo e replicadas por outros veículos de Comunicação.

A nota informa que a concessão de todas as licenças segue os procedimentos estabelecidos em lei e esclarece que o índice de absenteísmo é de 2,9%, "percentual comparável com o de outras instituições de grande porte". 

 


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09/05/2013 19:45:21 Brasileiros aprovam PEC das domésticas e medidas de economia e transparência adotadas pelo Senado

O DataSenado, serviço do Senado Federal responsável pelo monitoramento da opinião pública, realizou pesquisa com 1.222 entrevistas, entre os dias 16 e 30 de abril, para conhecer a opinião dos brasileiros sobre a emenda constitucional 72, de 2013, conhecida como PEC das domésticas, e a aceitação popular das medidas adotadas pelo Senado para gerar economia de gastos e fortalecer a transparência.


A pesquisa revelou, dentre outras informações, que 95,7% da população brasileira sabe da promulgação da PEC das Domésticas. Acesse os resultados da pesquisa.

 

Fonte: Subsecretaria de Pesquisa e Opinião/Secretaria de Transparência do Senado


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