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Participação do Senado na Rio+20

Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20): Senado afirma que Brasil deve cobrar compromissos ambientais internacionais


Na ONU, em 2007, Lula propõe que o Rio sedie, em 2012, uma nova
conferência sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável: sugestão
partiu do senador Fernando Collor (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Senado alerta que é dever do Brasil na Rio+20 afirmar-se como liderança internacional e cobrar compromissos com o desenvolvimento sustentável

Um documento enviado ao governo federal no final do ano passado mostra, em termos contundentes, a visão do Senado sobre qual deve ser a postura do Brasil durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20): a de um líder engajado na proteção das conquistas adquiridas desde a conferência de 1992 e na luta por um compromisso internacional no rumo do “crescimento econômico com responsabilidade ambiental e justiça social”. As recomendações foram elaboradas após a série de audiências públicas promovidas pelas duas subcomissões do Senado envolvidas com o tema.

O texto afirma que a Conferência Rio+20 será uma oportunidade única para o Brasil assumir de vez seu papel de vanguarda “na condução das negociações ambientais e no cumprimento de metas internacionais em prol do desenvolvimento sustentado”. Esta tarefa, diz o Senado, será não apenas árdua como também deve ser assumida com a consciência de que, para atingir seus objetivos, o país corre até mesmo o risco de, na arena diplomática mundial, encontrar resistências provindas de nações com as quais compartilha interesses comerciais e estratégicos.