|. HOME .| -->

Brasil estuda modelo baseado na classificação das drogas adotado na Holanda

Em vez de tornar mais rígida a repressão ou liberar o uso por completo, uma solução intermediária passaria por adotar uma classificação das drogas em leves, moderadas, fortes e pesadas, de acordo com os riscos e danos que causem ao usuário e à sociedade.

Com uma escala assim, poderia haver graus de tolerância para cada substância – para muitas delas, claro, como o crack, a tolerância continuaria sendo zero. A Holanda já tem experiências com base nessas informações desde 1976.

A proposta de classificação das drogas está em linha com a descriminalização do usuário. A Comissão Global, por exemplo, sugere que uma nova abordagem sobre as restrições à maconha seja feita como transição do modelo repressivo para outro, em que o preconceito é combatido para que o usuário possa ser tratado como doente e não como criminoso.


Polícia incinera parte de uma plantação de maconha: nova avaliação dos riscos da droga pode mudar legislação. Foto: Daniel Castellano/AGP

O relatório afirma que as atuais classificações das drogas em relação ao risco e aos danos causados por elas “foram feitas há 50 anos, quando havia poucas evidências científicas sobre as quais basear as decisões. Isso resulta em anomalias óbvias. Maconha e folhas de coca, particularmente, parecem estar classificadas incorretamente, devendo essas avaliações ser revistas pelas autoridades nacionais e pela ONU”.

Recentemente, publicações especializadas vêm oferecendo metodologias de classificação das drogas, entre elas uma publicada pela revista The Lancet, em novembro de 2010. Novas interpretações como essa levam a mudanças na legislação, como ocorreu em diversos países na Europa que passaram a permitir o porte de maconha em pequenas quantidades e até mesmo seu cultivo pelos usuários, com o objetivo de afastá-¿los dos traficantes.

Comentários

Vamos mudar

Não devemos legalizar de uma hora para outra, mas devemos dar alguns passos em direção à mudança. Já está evidente que a proibição causa mais danos que a droga em si, então por que manter na ilegalidade gerando problemas? No caso da maconha a melhor opção seria descriminalizar o porte e o uso e permitir o plantio para consumo pessoal, assim o usuário poderia consumir uma droga menos danosa, visto que a droga de traficantes é misturada com outros produtos. Os osuários ainda não estariam contribuindo com o tráfico de drogas e ficariam longe de drogas mais pesadas como cocaína e crack.

21/07/2012 14:30:02, Jefferson

NOSSO SONHO DE LIBERDADE!!!

SERIA O MAIOR PRAZER DA MINHA VIDA DEIXAR DE DAR MEU DINHEIRO PARA BANDIDOS, PODER COLHER DO MEU PÉ DE CANNABIS E PODER CONTRIBUIR MAIS COM O MEU PAIS, SEM TEMER REPRESÁLIAS, SEM PREOCUPAR DE ENTRAR EM FAVELA PARA COMPRAR ERVA, OU DE SER PRESO E PERDER MINHA LIBERDADE, MEU EMPREGO, MINHA ESPOSA, POR MAIS QUE EU USE CANNABIS NÃO ESTOU A PONTO DE ROUBAR OU MATAR PARA PODER TER MEU CIGARRO ENROLADO! NEM EU NEM OS USUÁRIOS DE CANNABIS!!!!

13/12/2012 23:46:23, WILLIAN

Vamos mudar mesmo...

Concordo plenamente com o Jefferson.A própria proibição de muitas destas drogas causa mais danos a sociedade do que se fossem liberadas.É claro que,para uso de uma determinada substância,elaborariam-se regras ou leis de consumo,mas legais,para se obter também, um certo controle.O que falta em relação a isso,é a consciêntização,uma pesquisa aprofundada sobre o q

11/01/2013 21:46:50, Henrique

Guerra às Drogas: A Terceira Guerra Mundial incentivada pela mídia.

Pedimos que parem de fomentar e incentivar esta TERCEIRA GUERRA MUNDIAL que vivemos desde que a ONU junto com todos os seus países signatários declararam em 1961, através da pressão americana, a GUERRA AS DROGAS a qual até hoje não foi colocado um fim. Já são 52 anos de guerra com um número sem precedentes de óbitos. A MIDIA MUNDIAL tomou uma posição em favor desta guerra criando sensacionalismo, propagando mentiras e inverdades além de esconder fatos e notícias que mudariam o curso desta guerra sangrenta fundamentada como sempre nos lucros. A criminalização das drogas tem como efeito colateral: morte, prisões, corrupção e insegurança. Populariza de uma forma generalizada a criminalidade e em consequência: a violência. Basta apenas estudar um pouco sobre o que ocorreu na Guerra Civil Americana da Lei Seca que se estendeu por 13 anos com uma explosão enorme da criminalidade, corrupção e óbitos. O degrau para a criminalidade fica muito baixo visto que basta um individuo vender ou usar uma substância que existe uma grande demanda para ele se tornar um inimigo do Estado, um bandido. Esta popularização e pulverização da criminalidade é uma fábrica de criar marginais e bandidos onde toda a sociedade perde. As drogas deveriam nos países democráticos ser vendidas, para maiores de idade, em drogarias ou farmácias. Produzidas por empresas farmacêuticas onde seria possível controlar a pureza das substâncias exigindo dos usuários uma avaliação periódica de um médico onde seriam informados sobre os riscos do uso, formas de tratamento e redução de danos e aí sim receberiam a sua receita para compra. Os governos arrecadariam as suas altas taxas de impostos que deveriam ser destinadas para a saúde, educação, propaganda negativa e tratamento. Com este modelo falido de guerra, esta gigantesca verba vai para a marginalidade criando uma enorme e rica estrutura de crime e corrupção enquanto que a sociedade e o estado só recebem os custos e as mazelas. As drogas nunca deveriam ser motivo de ação militar ou policial. É uma questão de doença e saúde com o tratamento baseado na medicina e apoio religioso. A mídia deveria propagar e mostrar estas verdades visto que a mesma tem um papel importantíssimo na estabilidade mundial. A comunicação é fundamental para a paz: mídia é comunicação de massa. Pedimos aos profissionais de mídia do mundo inteiro que se informem e divulguem as verdades e os números desta guerra. Segue alguns documentários sérios e informativos sobre o tema que vocês, profissionais de mídia, têm obrigação de assistir por humanidade. Vamos incentivar a paz e a harmonia chega de sensacionalismo, mentira e falso moralismo. “Quebrando o Tabu” – Fernando Grostein Andrade. “Cortina de Fumaça” – Rodrigo Mac Niven. “Maconha a Cura do Câncer” – original: “What if Cannabis Cured Cancer?” – Len Richmond. “O Sindicato, O Negócio Por Trás do Barato” – original: “The Union: The Business behind Getting High” – Brett Harvey. “Run From the Cure, A História de Rick Simpson”.

18/04/2013 00:18:53, Fabio

Contra a liberação

Basta fazer uma pequena pesquisa para comprovar os malefícios causados pelo uso de drogas, dentre as quais a maconha. A liberação ou maior tolerância vai propiciar um aumento do consumo de algo que não faz bem a ninguém. Liberar porque então? Também sou a favor da proibição de propaganda de bebidas alcóolicas. Por que incentivar o uso de algo que só traz prejuizos. Pergunte a alguém que convive com usuários de qualquer tipo de droga o que acha da liberação?

18/06/2013 16:04:18, Ronaldo
Faça seu comentário